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Entrevista a Kate Cowhig | KCR

Colocado por | Novembro 21, 2016 | Parceiros

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Emprego Sa√ļde ‚Äď Quando e como come√ßou a trabalhar na √°rea de recrutamento?
KC ‚Äď Kate Cowhig √©, ela pr√≥pria, uma enfermeira, registada como Enfermeira Especialista e Enfermeira Geral, no Hospital de St James, em Dublin, a Rep√ļblica da Irlanda. Trabalhou no Hospital Ibn Al-Bitar (Parc Group), em Bagdad, no Iraque, e como Enfermeira no servi√ßo de Cuidados intensivos, em Nova York, nos Estados Unidos.

Kate regressou a Irlanda, o seu pais natal, em Dezembro de 1990, altura em que resolveu fundar a Kate Cowhig International Healthcare Recruitment (KCR). A sua missão e a da KCR e garantir que as futuras enfermeiras tenham acesso às melhores oportunidades de emprego e de progressão na carreira, nos melhores hospitais de ensino, oportunidades que ela própria não teve, devido à crise económica que se fez sentir nos anos oitenta .

 

Emprego Sa√ļde ‚Äď Qual o atrativo e as dificuldades deste trabalho? Qual tem sido o posicionamento da sua empresa neste mercado?
KC ‚Äď A KCR tem ajudado a tornar os Enfermeiros formados na UE, os melhores e mais procurados do mundo, nesta area. A KCR domina os mercados portugu√™s e italiano, pa√≠ses onde os enfermeiros rec√©m-licenciados recorrem a KCR para obterem o seu primeiro emprego, depois de conclu√≠rem a licenciatura.

 

Emprego Sa√ļde ‚Äď Quais s√£o as oportunidades e amea√ßas neste momento para um profissional de sa√ļde que queira migrar?
KC ‚Äď Ainda existe, muitas oportunidades no Reino Unido, tanto para Enfermeiros rec√©m-licenciados, como Enfermeiros j√° com experi√™ncia. Os candidatos precisam ter um n√≠vel de Ingl√™s equivalente a um C1 para que, com um m√≠nimo de forma√ß√£o adequada, possam passar no exame IELTs, de acordo com os requisitos do NMC.

 

Emprego Sa√ļde ‚Äď O Reino Unido tem sido um destino de elei√ß√£o para profissionais portugueses. Que raz√Ķes est√£o na base dessa escolha? Que feedback obt√©m dos candidatos colocados e dos empregadores?
KC ‚Äď KCR √© uma empresa de recrutamento de na area da sa√ļde l√≠der de mercado no que diz respeito a contrata√ß√£o de Enfermeiros qualificados. A KCR recrutou com sucesso mais de 2000 enfermeiros portugueses, para trabalhar em hospitais do NHS, em todo o Reino Unido.

O profissionalismo e dedica√ß√£o da KCR durante todo o processo, tem excedido as expectativas dos Enfermeiros colocados, no que diz respeito ao recrutamento internacional. Isto traduz-se num feedback positivo e em recomenda√ß√Ķes para amigos e colegas.

Além disso, o feedback dos candidatos relativamente as oportunidades de emprego tem sido excelente. Muitos têm tido a oportunidade de continuar a sua formação nos hospitais do NHS e progredir na sua carreira para níveis de gestão, num período, muitas vezes, inferior a 2 anos no Reino Unido.

 

Emprego Sa√ļde ‚Äď Quais os pormenores que um candidato que procure emprego fora de Portugal n√£o pode descurar?
KC ‚Äď Os candidatos n√£o podem ignorar a import√Ęncia da sua capacidade para comunicar em Ingl√™s. √Č essencial que a partir do ensino secund√°rio e durante os quatro anos de licenciatura, os futuros enfermeiros possam ter forma√ß√£o em Ingl√™s, de modo a que, quando terminarem as suas licenciaturas, tenham um nivel C2.

 

Emprego Sa√ļde ‚Äď Que conselho daria a um jovem que est√° no √ļltimo ano do curso de forma√ß√£o de base?
KC ‚Äď Investir em forma√ß√£o em Ingl√™s e tentar realizar o IELTS no seu ultimo ano de curso, de modo a determinar o seu n√≠vel de Ingl√™s ainda antes de procurar emprego no Reino Unido.

 

Emprego Sa√ļde ‚Äď Que hist√≥ria recorda com mais satisfa√ß√£o no seu percurso como profissionais e recursos humanos?
KC ‚Äď A KCR tem enfrentado muitos desafios s√≥ longo dos anos mas uma hist√≥ria que se destaca foi quando durante uma erup√ß√£o vulc√Ęnica, devido a uma nuvem de cinzas gigante, clientes e candidatos ficaram presos em Portugal durante mais de 10 dias, sem poderem voar e tiveram que viajar por tr√™s pa√≠ses da UE por estrada e via f√©rrea para conseguirem chegar ao Reino Unido.

 

Mais informa√ß√Ķes em:
https://www.nursingtimes.net/home/your-nursing-career/is-the-nhs-ready-for-non-uk-trained-nurses/7001344.article

https://www.rcn.org.uk/news-and-events/news/urgent-action-needed-to-combat-major-uk-nursing-shortage-warns-rcn

 

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Sou natural da Nazaré, vivo atualmente na região de Paris.

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MediCarrera

O seu nome √© C√°tia Cunha, tem 34 anos, √© natural de Lisboa mas vive em Barcelona h√° cerca de 3 anos. √Č licenciada em Psicologia Social e das Organiza√ß√Ķes pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa.

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Daniela Almeida Vitae

O seu¬†nome √© Daniela Almeida, tem 27 anos e √©¬†do Porto, cidade onde trabalha neste momento, na Vitae Professionals. √Ȭ†licenciada e mestre em Ci√™ncias da Comunica√ß√£o, tendo feito a sua¬†forma√ß√£o acad√©mica na Universidade do Porto e Universidade do Minho.

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Carlos final

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O meu nome é Carlos Enes, tenho 32 anos, vivo em Braga e sou natural de Barcelos. A minha formação académica foi feita em Informatica de Gestão na Universidade do Minho. Iniciei a minha vida profissional a dar formação nas áreas das Tecnologias de Informação, na qual permaneci durante 3 anos até tomar a decisão de ir para terras de sua majestade em busca de um futuro melhor.
Em Londres, o meu primeiro emprego foi na √°rea da restaura√ß√£o que me permitiu desenvolver o idioma. Posteriormente, tive a oportunidade de exercer fun√ßoes como Consultor de Rh em duas empresas de recrutamento de profisisonais de sa√ļde.
Como hobbies tenho o futebol, ténis e viajar.

Emprego Sa√ļde – Quando e como come√ßou a trabalhar na √°rea de recrutamento?

Carlos Enes –¬†Comecei a trabalhar numa ag√™ncia de recrutamento em Londres em 2013 quando tive conhecimento de uma vaga para resourcer que falasse portugu√™s para a √°rea da sa√ļde. O facto de ser portugu√™s potenciou o sucesso na fun√ß√£o, num processo e numa decis√£o t√£o complexa para os candidatos, o facto de podermos esclarecer tudo na nossa l√≠ngua nativa √© muito importante. Neste momento, o facto de eu pr√≥prio ter sido emigrante, tamb√©m se tornou numa mais valia, pois j√° passei o que os candidatos passam em termos de mudan√ßa e com isto consigo ajud√°-los nas coisas mais b√°sicas que muitas vezes nos esquecemos e nem pensamos.

Emprego Sa√ļde –¬†Qual o atractivo e as dificuldades deste trabalho? Qual tem sido o posicionamento da sua empresa neste mercado?

Carlos Enes –¬†Este trabalho tem como atractivo o facto de encontrar solu√ß√Ķes para a vida das pessoas. N√£o vendemos um produto, vendemos um emprego o que provoca uma sentimento muito bom quando isso acontece. O nosso sucesso est√° dependente do sucesso dos candidatos! Como todos os trabalhos, este tamb√©m tem coisas menos boas que fazem parte, mas penso que o mais dif√≠cil √© lidar com as expectativas das pessoas. Relativamente √† EPSN Workforce somos uma multinacional j√° presente em 10 pa√≠ses e que tem como objetivo chegar aos 15 at√© final do ano. Em Portugal o objetivo √© a curto/m√©dio prazo, no que diz respeito ao segmento medical e healthcare, tornar-se um dos 3 principais players do mercado, trabalhando desde j√° com o setor privado e p√ļblico, bem como dos cuidados de sa√ļde.

Emprego Sa√ļde –¬†Quais s√£o as oportunidades e amea√ßas neste momento para um profissional de sa√ļde que queira migrar?

Carlos Enes –¬†O desconhecido √© por si s√≥ uma amea√ßa, mas at√© isso depois de ultrapassado se torna numa mais valia. No Reino Unido existe uma rotatividade enorme em termos de local de trabalho, pois √© natural que em tanta gente existam pessoas que n√£o se adaptem t√£o bem, mas a facilidade de se mudar de emprego √© tamb√©m muito significativa aliada √† oferta existente nesta √°rea, portanto, r√°pidamente se soluciona o problema.

Emprego Sa√ļde –¬†O Reino Unido tem sido um destino de elei√ß√£o para profissionais portugueses. Que raz√Ķes est√£o na base dessa escolha? Que feedback obt√©m dos candidatos colocados e dos empregadores?

Carlos Enes –¬†Por mim falo, a minha escolha baseou-se muito na empregabilidade que o pa√≠s oferece e na progress√£o de carreira proporcionada em qualquer √°rea de a√ß√£o. Em rela√ß√£o √† enfermagem, existe uma falta de profissionais tremenda e os nossos enfermeiros, t√™m como base um dos melhores cursos de enfermagem da Europa, que os capacita com excel√™ncia e os destaca dos demais. O feedback tanto dos candidatos como dos empregadores √© √≥ptimo.

Emprego Sa√ļde –¬†Como est√° a evoluir o mercado de recrutamento e mobilidade internacional?

Carlos Enes –¬†Dada a facilidade de mobilidade internacional o mercado de recrutamento est√° a evoluir muito rapidamente tentando cada vez mais suprir todas as necessidades dos candidatos para que o processo se desenrole mais facilmente.

Emprego Sa√ļde –¬†Quais os pormenores que um candidato que procure emprego fora de Portugal n√£o pode descurar?

Carlos Enes –¬†A EPSN Workforce Portugal encarregar-se-√° dos pormenores (risos)

Emprego Sa√ļde –¬†Que conselho daria a um jovem que est√° no √ļltimo ano do curso de forma√ß√£o de base?

Carlos Enes –¬†‚ÄúDon¬īt visualize success. Visualize the steps you will take to make success happen.‚ÄĚ

Emprego Sa√ļde –¬†¬†Que hist√≥ria recorda com mais satisfa√ß√£o no seu percurso como profissionais e recursos humanos?

Carlos Enes –¬†Vou ter que falar de um candidato por quem nutro um carinho enorme que √© o Tiago Pinheiro, que neste momento √© Enfermeiro S√©nior no BMI London Independent. Foi a minha primeira coloca√ß√£o nesta √°rea no Royal Brompton em Londres e por isso foi tamb√©m especial. Ap√≥s um ano surgiu uma nova oportunidade √† qual o Tiago atendeu novamente e mais uma vez coloquei o Tiago no hospital actual. Al√©m da parte s√©ria deste processo, foi criada uma amizade e saber que o Tiago est√° bem deixa-me bastante satisfeito.

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Esperam-se mudanças nos requisitos para inscrição no Nursing and Midwifery Council do Reino Unido. O exame IELTS que avalia o nível da competência linguística poderá vir a ser obrigatório.

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Chamo-me David Oliveira, tenho 24 anos e nasci em Coimbra. Conclui a licenciatura em Enfermagem em 2011 pela Escola Superior de Enfermagem de Coimbra.

Enfermagem nem sempre foi o meu sonho como profissão, mas por volta dos 15 anos, por incentivo da minha mãe e pelo fato de ter enfermeiros na familia comecei a ganhar o gosto pela profissão. E com o avançar do tempo fui ganhando a curiosidade para perceber a fisiologia do corpo humano, os estados patológicos e formas de tratamento dos mesmos  e, mais tarde, com a iniciação do curso de enfermagem tive a certeza que era este o meu caminho.

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Sou a Rita h√° 30 anos, que √© Fisioterapeuta h√° 9 e que se move pelas suas vontades, determina√ß√Ķes, impulsos, pelos seus sonhos e acima de tudo pelo que a vida a faz sentir, desde que se conhece como gente.

Trabalhava há 6 anos como Fisioterapeuta num Centro de Neuroreabilitação no sul do pais quando fui inesperadamente, a meio de um corredor, intersetada pelo Luís, um ex-colega de trabalho (que no momento estava em Angola) e que ali assim, de animo leve, no meio de um treino de marcha com uma pessoa, me convidava a embarcar num novo projecto, a experimentar um novo desafio, a ser sua parceira numa nova aventura: ser docente ao curso de Reabilitação Física e Psico Social na Universidade Metodista de Angola.

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O meu nome √© Cristiana, tenho 24 anos, sou natural do Porto, licenciei-me na Escola Superior de Sa√ļde da Universidade de Aveiro, em 2011, e trabalhei como enfermeira em regime de presta√ß√£o de servi√ßos, numa unidade de cuidados continuados, em Gaia. Atualmente, vivo e trabalho em Inglaterra, no condado de Berkshire.

Defino-me como uma pessoa independente, introvertida, mas muito comunicativa. Aventureira? Talvez. Gosto especialmente de viajar e observar os espa√ßos e as pessoas que os fazem, como constroem o seu ambiente e como o preservam no seu estilo de vida. Gosto de aprender e reaprender o mundo, na sua unicidade m√ļltipla quotidiana. Gosto de experimentar.

Gosto de cuidar, de atentar aos pormenores, de partilhar as vidas e viv√™ncias de cada um que conhe√ßo e julgo que foi neste contexto que desde pequena desejo ser enfermeira. E escrevo o verbo no presente, porque acredito que ser enfermeira, assumir o papel de enfermeira, requer uma constru√ß√£o di√°ria. Nunca me imaginei a exercer qualquer outra profiss√£o, embora nos √ļltimos tempos, essa tenha sido uma quest√£o que venho colocando, na medida em que exercer Enfermagem √© um desafio e risco constante, e no entanto, sinto que nem sempre se √© devidamente recompensado, em termos de condi√ß√Ķes laborais (oh, o eterno problema do sal√°rio ‚Ķ).

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Chamo-me Eliana Silva e tenho 26 anos, sou natural de Leiria.
Conclui a licenciatura em Enfermagem aos 22 anos.
Sou Enfermeira desde 2009, estudei na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra. Entre Agosto de 2009 e Julho de 2010, trabalhei essencialmente em fábricas e lojas, em part time, mas não como enfermeira. O meu primeiro trabalho como enfermeira foi em França em 2010.

Cansada de enviar curr√≠culos, fazer entrevistas e n√£o ver resultados, o desejo de melhorar a minha vida, poder construir algo, obter independ√™ncia financeira e poder exercer a minha profiss√£o levaram-me a ver outras solu√ß√Ķes, e porque n√£o sair de Portugal?¬†Sempre gostei de conhecer o desconhecido e de enfrentar desafios, este foi mais um que me coloquei.

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