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Testemunhos de Migração

Chamo-me Nelson Correia, enfermeiro e sou do Arquipélago dos Açores, Portugal.

O meu sonho desde crian√ßa era ser enfermeiro, mas devido a circunst√Ęncias pessoais, s√≥ consegui entrar na universidade em 2006, quando o programa de Bolonha come√ßou em Portugal. Fui um dos primeiros alunos a ingressar neste programa na Universidade dos A√ßores para Enfermagem, terminando a minha licenciatura em 2010. Depois de ser convidado como Assistente de Ensino para o curso de Enfermagem da Universidade de Cabo Verde, onde fiquei 3 anos e completei o meu Mestrado em Sa√ļde P√ļblica, voltei √† Ilha de San Miguel, nos A√ßores.

Viajar, trabalhar num serviço de emergência e conhecer o mundo eram todos os sonhos que eu tinha na época.

Tendo trabalhado na ilha no corpo de bombeiros, no pr√©-hospital e na sala de emerg√™ncia, vi um an√ļncio de uma ag√™ncia de recrutamento especializada no recrutamento de pessoal m√©dico para linhas de cruzeiros – a Pro Sea Staff. Enviei o meu curr√≠culo, em duas semanas tive uma entrevista e, em julho de 2016, ingressei no meu primeiro navio como enfermeiro.

Lembro-me de como estava, com medo, mas tamb√©m fiquei fascinado ao mesmo tempo. Comecei como enfermeiro, fazendo o que amo e viajando pelo mundo pelo meu trabalho. Ap√≥s 2 anos a bordo, fui promovido como “Senior Nurse”.

Esta é uma oportunidade disponível para todos os enfermeiros que gostem de trabalhar e viajar simultaneamente. Obviamente, é necessário ter experiência em Emergência e falar inglês com fluência. A equipe da agência Pro Sea Staff ajudou-me nesta aventura incrível e em todo o processo de recrutamento, para que eu pudesse obter o melhor contrato com a melhor empresa.

Para quem seja ambicioso, goste de viajar e ter novos desafios, o mar será um parceiro incrível.

Nelson Correia, RN, MSc

Senior Nurse

Entrei em contacto com a Vitae Professionals¬ģ pela primeira vez no final de julho de 2018. Estava determinada a iniciar o meu percurso profissional fora de Portugal por todas as raz√Ķes que s√£o de conhecimento p√ļblico.

Iniciei o meu processo de recrutamento pouco tempo depois, terminando em novembro de 2018 com a minha ida para o Reino Unido.

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Depois de uma passagem pelo Reino Unido a In√™s Baptista decidiu rumar para a Australia. A in√™s fala da sua experi√™ncia de adapta√ß√£o, diferen√ßas culturais e ao n√≠vel profissional, nomeadamente do sistema de sa√ļde. Conta os seus projetos atuais e futuros, a sua experi√™ncia de trabalho como m√©dica no sistema prsional e de reinser√ß√£o social da Austr√°lia.

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O meu nome é Mara Alves, tenho 29 anos e nasci em Aarau, na Suíça, onde os meus pais viviam na altura e vivi lá também até aos 10 anos.
Terminei a minha Licenciatura em Enfermagem na CESPU em Julho de 2012.
Procurei apenas por alguns meses trabalho em Portugal, mas a situa√ß√£o do nosso pa√≠s nessa altura estava p√©ssima…. Fui a uma entrevista de trabalho onde me ofereceram 4 euros por hora – como √© √≥bvio n√£o aceitei! Tive de pensar numa alternativa para mim. E a√≠ surgiu a ideia de emigrar‚Ķ

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A Sílvia Nunes vive em Watton em Inglaterra, é enfermeira, e conta-nos a sua experiência neste país desde 2014. Saiu do país por falta de ofertas de emprego em Portugal.

Ela conta-nos como como passou de auxiliar em Inglaterra enquanto obtinha a valida√ß√£o do seu t√≠tulo profissional, a enfermeira, diretora de um lar e vice-gerente hoje em dia. Conta-nos como foi adaptar-se profissionalmente num sistema diferente do portugu√™s. Recentemente ganhou mais um pr√©mio a n√≠vel nacional, British Care Awards. Acredita que tomou “a decis√£o certa na altura certa”.¬† Em 2018 foi eleita figura do ano pelo P3 do jornal P√ļblico, facto que tamb√©m a enche de orgulho.¬†S√≥ tem pena de Portugal n√£o aproveitar os excelentes profissionais que forma.

Fala também da cidade de Watton, da comunidade portuguesa na cidade que a faz sentir em casa.

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A Sofia Gaspar vive em Copenhagen na Dinamarca, é médica anestesista, e conta-nos a sua experiência internacional.

Ela conta-nos as principais diferenças culturais e sociais. Conta-nos como foi adaptar-se profissionalmente a um sistema diferente do português. A oportunidade de realizar investigação na sua área. A sua experiência de maternidade na Dinamarca, como é viver numa cidade que de inverno tem poucas horas de sol e outros aspectos interessantes da vida de uma portuguesa na Dinamarca.

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A Sara Alves vive em Montreux, é enfermeira, e conta-nos a sua experiência internacional que começou em Tenerife, Canarias. Após um ano em Tenerife decidiu rumar para a Suiça tendo efetuado uma nova adaptação cultural e profissional. A Enf. Sara Alves faz o balanço destes anos a viver e trabalhar na Suiça.

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A Mirjam¬†√© uma enfermeira holandesa, especializada em¬†Pediatria¬†.¬†Ela mudou-se para¬† Su√©cia¬† ¬†com o marido e os filhos e, nos √ļltimos seis meses, trabalha no Hospital Universit√°rio de Uppsala.

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Ana Patrícia Freitas, Farmacêutica portuguesa no Reino Unido, conta-nos a sua experiência de emigração.

Emprego Sa√ļde ‚Äď Porqu√™ o Reino Unido?

Sou farmac√™utica no Reino Unido, desde 28 de Outubro de 2016. Conclu√≠do o curso de Mestrado Integrado em Ci√™ncias Farmac√™uticas, h√° dois anos atr√°s, deparei-me com um mercado de trabalho estagnado. Apesar das suas grandes fragilidades, Portugal prepara jovens muito competentes, quer a n√≠vel profissional, quer a n√≠vel social e humano. Infelizmente Portugal parece estar a preparar estes jovens de grande valor para os deixar emigrar para outros pa√≠ses onde encontram melhores condi√ß√Ķes laborais, valoriza√ß√£o e perspetivas de progress√£o na carreira.

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Testemunho Ana Henriques

O meu nome é Ana Henriques, eu sou enfermeira no Hospital Universitário Southampton NHS Foundation Trust.

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