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Testemunhos de Migração

Depois de uma passagem pelo Reino Unido a In√™s Baptista decidiu rumar para a Australia. A in√™s fala da sua experi√™ncia de adapta√ß√£o, diferen√ßas culturais e ao n√≠vel profissional, nomeadamente do sistema de sa√ļde. Conta os seus projetos atuais e futuros, a sua experi√™ncia de trabalho como m√©dica no sistema prsional e de reinser√ß√£o social da Austr√°lia.

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O meu nome é Mara Alves, tenho 29 anos e nasci em Aarau, na Suíça, onde os meus pais viviam na altura e vivi lá também até aos 10 anos.
Terminei a minha Licenciatura em Enfermagem na CESPU em Julho de 2012.
Procurei apenas por alguns meses trabalho em Portugal, mas a situa√ß√£o do nosso pa√≠s nessa altura estava p√©ssima…. Fui a uma entrevista de trabalho onde me ofereceram 4 euros por hora – como √© √≥bvio n√£o aceitei! Tive de pensar numa alternativa para mim. E a√≠ surgiu a ideia de emigrar‚Ķ

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A Sílvia Nunes vive em Watton em Inglaterra, é enfermeira, e conta-nos a sua experiência neste país desde 2014. Saiu do país por falta de ofertas de emprego em Portugal.

Ela conta-nos como como passou de auxiliar em Inglaterra enquanto obtinha a valida√ß√£o do seu t√≠tulo profissional, a enfermeira, diretora de um lar e vice-gerente hoje em dia. Conta-nos como foi adaptar-se profissionalmente num sistema diferente do portugu√™s. Recentemente ganhou mais um pr√©mio a n√≠vel nacional, British Care Awards. Acredita que tomou “a decis√£o certa na altura certa”.¬† Em 2018 foi eleita figura do ano pelo P3 do jornal P√ļblico, facto que tamb√©m a enche de orgulho.¬†S√≥ tem pena de Portugal n√£o aproveitar os excelentes profissionais que forma.

Fala também da cidade de Watton, da comunidade portuguesa na cidade que a faz sentir em casa.

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A Sofia Gaspar vive em Copenhagen na Dinamarca, é médica anestesista, e conta-nos a sua experiência internacional.

Ela conta-nos as principais diferenças culturais e sociais. Conta-nos como foi adaptar-se profissionalmente a um sistema diferente do português. A oportunidade de realizar investigação na sua área. A sua experiência de maternidade na Dinamarca, como é viver numa cidade que de inverno tem poucas horas de sol e outros aspectos interessantes da vida de uma portuguesa na Dinamarca.

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A Sara Alves vive em Montreux, é enfermeira, e conta-nos a sua experiência internacional que começou em Tenerife, Canarias. Após um ano em Tenerife decidiu rumar para a Suiça tendo efetuado uma nova adaptação cultural e profissional. A Enf. Sara Alves faz o balanço destes anos a viver e trabalhar na Suiça.

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A Mirjam¬†√© uma enfermeira holandesa, especializada em¬†Pediatria¬†.¬†Ela mudou-se para¬† Su√©cia¬† ¬†com o marido e os filhos e, nos √ļltimos seis meses, trabalha no Hospital Universit√°rio de Uppsala.

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Ana Patrícia Freitas, Farmacêutica portuguesa no Reino Unido, conta-nos a sua experiência de emigração.

Emprego Sa√ļde ‚Äď Porqu√™ o Reino Unido?

Sou farmac√™utica no Reino Unido, desde 28 de Outubro de 2016. Conclu√≠do o curso de Mestrado Integrado em Ci√™ncias Farmac√™uticas, h√° dois anos atr√°s, deparei-me com um mercado de trabalho estagnado. Apesar das suas grandes fragilidades, Portugal prepara jovens muito competentes, quer a n√≠vel profissional, quer a n√≠vel social e humano. Infelizmente Portugal parece estar a preparar estes jovens de grande valor para os deixar emigrar para outros pa√≠ses onde encontram melhores condi√ß√Ķes laborais, valoriza√ß√£o e perspetivas de progress√£o na carreira.

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Testemunho Ana Henriques

O meu nome é Ana Henriques, eu sou enfermeira no Hospital Universitário Southampton NHS Foundation Trust.

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Ser enfermeiro começa por ser uma opção, muitas vezes irreflectida, outras considerada uma vocação, ou simplesmente o resultado de várias ontingências a ponderar no momento de decidir um futuro e uma carreira.

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O meu nome √© Jo√£o Paralta, tenho 26 anos e sou natural de Nisa (Alto Alentejo). Tirei o curso de Enfermagem na Escola Superior de Sa√ļde do Instituto Polit√©cnico de Portalegre. Comecei no Ano de 2006 e terminei em 2010.¬† Posso definir-me como muito organizado e simp√°tico. Escolhi Enfermagem um pouco por influ√™ncia, pois era o curso que a minha irm√£ estava a tirar e ouvia dizer que tinha sa√≠da. Desporto sempre foi o que mais me fascinava, mas para qu√™? Ir para o desemprego? Hoje sei que foi a melhor escolha e j√° passaram 5 anos que acabei o curso.

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