Raio:
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Um ensaio clínico com um novo medicamento demonstrou resultados muito promissores em pacientes com casos de asma severa.

Conduzido por uma equipa de investigadores liderada por Parameswaran Nair, docente de Medicina na Universidade McMaster, Hamilton, Canadá, o ensaio revelou que o tratamento com o anticorpo benralizumab, fez reduzir a possibilidade, em mais de quatro vezes, de os pacientes usarem corticosteroides orais do que os que receberam um placebo.

O ensaio ZONDA, que se encontra na fase III, contou com a participação de 220 pacientes de 12 países. Foi avaliado o efeito do tratamento com o anticorpo monoclonal benralizumab 30 mg sobre o recetor interleucina-5, durante 28 semanas em adultos com asma severa e que recebiam dosagens elevadas de corticosteroides e prednisona por inalação.

Como resultado, os pacientes conseguiram reduzir a dose de prednisona em 75%, apresentaram 70% menos de crises de asma e 93% menos de idas às urgências ou hospitalizações, tendo mantido a função pulmonar.

“Os dados são muito impressionantes”, comentou o investigador principal deste estudo. “O benralizumab removeu quase completamente uns glóbulos brancos conhecidos como eosinófilos da circulação sanguínea e dos tecidos pulmonares. São necessários estudos mais longos com este fármaco para ficarmos com absoluta certeza da segurança desta estratégia de tratamento”.

“No entanto, os resultados são promissores e poderão oferecer aos médicos uma estratégia útil para tratar os pacientes com asma severa e evitar os terríveis efeitos adversos de longo termo dos corticosteroides”, acrescentou Parameswaran Nair.

O fármaco benralizumab não está ainda aprovado, encontrando-se atualmente em avaliação em vários países.

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Tratamento da angina de peito

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Lisboa Central inova no tratamento da angina de peito.

O Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) realizou, no dia 26 de maio, pela primeira vez na Pen√≠nsula Ib√©rica, um procedimento minimamente invasivo, que consiste na implanta√ß√£o do dispositivo ‚ÄúReducer‚ÄĚ no seio coron√°rio (veia card√≠aca), em doentes com angina de peito.

Este dispositivo ‚Äď uma rede met√°lica em forma de ampulheta, expans√≠vel por bal√£o ‚Äď foi desenvolvido para aliviar os doentes que n√£o t√™m outras op√ß√Ķes para atenuar ou eliminar a isquemia de causa card√≠aca, tamb√©m conhecida como angina de peito.

O procedimento foi realizado no Laborat√≥rio de Hemodin√Ęmica do CHLC ‚Äď Polo Santa Marta e contou com a colabora√ß√£o do Professor Banai, de Telavive, um dos inventores do dispositivo.

A maioria dos doentes candidatos a esta nova t√©cnica j√° foi intervencionada, atrav√©s de cirurgia de ‚Äúbypass‚ÄĚ coron√°rio ou atrav√©s de angioplastia coron√°ria com implanta√ß√£o de stents, e, apesar de se encontrarem medicados com diversos f√°rmacos, mant√™m as queixas de dor no peito.

O ‚ÄúReducer‚ÄĚ tem j√° mais de 500 implanta√ß√Ķes em todo o mundo, distribu√≠dos por cerca de 50 centros. As implanta√ß√Ķes decorreram sem complica√ß√Ķes e os doentes tiveram alta nas 48 horas subsequentes.

Este dispositivo √© implantado atrav√©s de uma veia do pesco√ßo, apenas com anestesia local, e conduzido at√© √† aur√≠cula direita e seio coron√°rio onde √© expandido com um bal√£o. O ‚ÄúReducer‚ÄĚ provoca a√≠ um estreitamento focal que, aumentando a press√£o no seio coron√°rio, provoca uma redistribui√ß√£o do sangue das √°reas bem irrigadas do m√ļsculo card√≠aco para as √°reas mal irrigadas, zonas que est√£o em isquemia e que produzem a dor card√≠aca t√≠pica, a angina de peito.

Os cardiologistas de interven√ß√£o do CHLC ‚Äď Polo Santa Marta antecipam que existir√° um conjunto de doentes distribu√≠dos por todo o territ√≥rio nacional, maioritariamente seguidos em consultas de Cardiologia ou de Medicina Interna, que se mant√™m sintom√°ticos apesar de esgotadas todas as op√ß√Ķes terap√™uticas (cirurgia, cateterismo com implanta√ß√£o de stents, medicamentos). Estes doentes t√™m agora uma nova arma na melhoria dos seus sintomas e qualidade de vida, podendo ser referenciados para os centros que estejam a implantar este novo e revolucion√°rio dispositivo.

Visite:

Centro Hospitalar Lisboa Central¬† ‚Äď CHLC inova no tratamento da angina de peito

Fonte original: SNS – Servi√ßo Nacional de Sa√ļde

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O álcool é, “de longe”, a substância mais consumida pelos portugueses que responderam ao maior inquérito ‘online’ sobre consumo de drogas, anunciou a agência Lusa.

O inquérito revelou que mais de 14% dos homens descreveram padrões considerados problemáticos. Esta percentagem baixa para 9,8% quando são analisados os resultados das mulheres, de acordo com parâmetros usados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para avaliar padrões de consumo considerados problemáticos.

Os dados do “Global Drug Survey 2017” (GDS) mostram que 27% dos portugueses que participaram neste trabalho assumiram que gostariam de diminuir o consumo no próximo ano e 8% gostavam de obter ajuda para lidar com o problema.

A canábis continua a ser “a substância ilícita mais usada no mundo” e Portugal não é exceção: 65% dos portugueses que responderam ao questionário são consumidores desta droga e destes 31% consomem todos os dias.

“As mudanças na legislação face a esta substância em algumas partes do mundo têm permitido o desenvolvimento de novas formas mais seguras de consumir canábis, mas há ainda um longo caminho a percorrer”, lê-se no documento de apresentação dos resultados.

A vaporização, considerada uma das formas menos danosas de consumo, é apenas usada por 5% da amostra total deste inquérito, constituída por cerca de 120.000 pessoas, em 50 países.

Em Portugal, com 900 participantes, 88% dos que fumam canábis misturam a droga com tabaco, “aumentando assim os riscos associados ao consumo”. Apenas 2,5% afirmam usar um vaporizador.

As conclusões retiradas por Helena Valente, investigadora da Faculdade de Psicologia e Ciências de Educação da Universidade do Porto, apontam ainda para “uma forte tendência” em quase todos os países no aumento dos níveis de pureza de substâncias como a cocaína e o ecstasy (MDMA).

Este fenómeno, de acordo com a mesma fonte, “tem trazido riscos acrescidos aos consumidores”, uma vez que “nem sempre as drogas mais puras são as mais seguras”.

Em Portugal, 22% da amostra já consumiram cocaína e mais de 30% já consumiram ecstasy, com 18% no último ano.

No que diz respeito às chamadas novas substâncias psicoativas, verificou-se uma alteração. Enquanto em anos anteriores os consumidores preferiam substâncias estimulantes, com efeitos parecidos com os do MDMA e da cocaína ou canabinóides sintéticos, este ano deu-se um aumento da procura de produtos com efeitos psicadélicos.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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O coordenador nacional da reforma do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para os cuidados de saúde primários afirmou que gostava de terminar o mandato com a extinção das unidades de cuidados de saúde personalizados (UCSP).

Segundo apurou a agência Lusa, Henrique Botelho comentou que "gostaria de terminar, daqui a um ano e meio, o mandato com as UCSP extintas" durante um debate, mas que tal intenção será "difícil de concretizar", lembrando que a reforma na área dos cuidados de saúde primários sofreu uma paragem e está agora a tentar ser relançada, com um "novo fôlego".

Henrique Botelho defendeu que as unidades deveriam funcionar todas num contexto de Unidade de Saúde Familiar (USF) e, mais concretamente, USF modelo B.

"O conceito genuíno é a USF modelo B", sublinhou, considerando que se deveriam acabar com as UCSP, que "nem foram criadas na sua total dimensão".

O modelo B das USF é caracterizado por equipas com maior amadurecimento organizacional e com um regime retributivo especial, em que é expectável uma maior disponibilidade e flexibilidade para atingir níveis avançados de acesso para os utentes e eficiência económica.

De acordo com o coordenador da reforma, "só por condicionalismos de ordem financeira e de ausência ou existência de poucos estudos, é que foram criadas as USF de modelo A".

Já o presidente da Associação Nacional das Unidades de Saúde Familiar, João Rodrigues, sublinhou que as UCSP seguem um modelo hierárquico, mas que USF e UCSP "têm a mesma carteira de serviços" e o "mesmo processo de avaliação".

Para o dirigente, o problema passa pela "ausência de investimento" e pela "falta de liderança", considerando que são necessárias "pessoas capacitadas para conseguir aplicar leis que já são avançadas".

"Estamos na era infantil da governação clínica das nossas unidades de saúde e ACES [Agrupamentos de Centros de Saúde]", realçou o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Rui Nogueira, sublinhando que também tem de ser aproveitada uma "oportunidade única nos próximos anos", em que o país vai formar "dois mil médicos de família" em três anos.

"Temos de apanhar esta onda, esta oportunidade geracional", de forma a criarem-se unidades de saúde de proximidade, defendeu Rui Nogueira.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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No √Ęmbito da apresenta√ß√£o do Programa Nacional para a a Infe√ß√£o VIH, SIDA e Tuberculose, a decorrer estar tarde no Audit√≥rio do INFARMED, √© hoje assinada pelos munic√≠pios de Cascais, Porto e Lisboa a Declara√ß√£o Conjunta “Cidades na Via R√°pida para eliminar o VIH”.

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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Resumo atualizado da atividade epid√©mica do sarampo em Portugal. 

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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A Dire√ß√£o-Geral da Sa√ļde apresenta o ponto de situa√ß√£o sobre a Infe√ß√£o VIH, SIDA e Tuberculose em 2016. A infe√ß√£o por v√≠rus da imunodefici√™ncia humana (VIH) mant√©m-se um importante problema de sa√ļde p√ļblica na Europa e em Portugal.

Em 2016, foram diagnosticados e notificados 841 novos casos de infe√ß√£o por VIH (at√© 15 de abril de 2017), de acordo com a base de dados nacional de vigil√Ęncia epidemiol√≥gica, correspondendo a uma taxa de 8,1 novos casos por 100.000 habitantes, n√£o ajustada para o atraso da notifica√ß√£o.

Para mais informa√ß√Ķes consulte o relat√≥rio apresentado pelo Programa Nacional para a Infe√ß√£o VIH, SIDA e Tuberculose.

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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Uma equipa de investigadores desenvolveu modelos matemáticos que podem considerar muitas variáveis para perceber e controlar o cancro.

O estudo conduzido pelo Departamento de Oncologia Matemática Integrada, do Centro de Cancro Moffit, EUA, demonstrou que os modelos matemáticos podem ser utilizados para prognosticar a forma como diferentes tipos de aglomerados de células tumorais interagem entre si e reagem face a alterações no ambiente em que se inserem.

Segundo o centro, os cancros podem ser vistos como sendo sistemas dinâmicos complexos devido ao facto de possuírem muitas partes interativas que podem mudar no tempo e espaço. São apresentadas as condições meteorológicas como exemplo de sistema dinâmico complexo.

Os investigadores conseguiram descobrir duas populações de células diferentes que coexistem em muitos tipos de tumores. Uma dessas populações é composta por células agressivas que invadem o espaço envolvente, migram e formam metástases. A outra população consiste em células não-invasivas com tendência a fixar-se num local e formar vasos sanguíneos.

Foi demonstrado, através de um modelo animal, que normalmente as células cancerígenas invasivas são mais numerosas e têm uma vantagem sobre as células não-invasivas em termos de sobrevivência, devido à sua capacidade de invadirem tecidos adjacentes.

No entanto, as células invasivas são mais sensíveis a alterações em recursos limitados e ao ambiente.

A equipa descobriu que através de modelos matemáticos que permitem perceber os complicados dinamismos dos cancros, podem fazer pequenas alterações no ambiente para promover o crescimento das células menos agressivas e assim fazer desacelerar o crescimento dos tumores.

Neste caso foi com o pH do tumor. A equipa usou modelos matemáticos computacionais para preverem pequenas mudanças que provocassem um desequilíbrio, de forma a que as células invasivas ficassem com uma menor vantagem de sobrevivência face às não-invasivas.

Foi adicionado bicarbonato de sódio à água de beber de ratinhos com cancro da próstata de forma a alterar o pH do ambiente em que se inseriam os tumores.

Como resultado, as células tumorais não-invasivas desenvolveram uma vantagem, em termos de sobrevivência, em relação às células invasivas, sendo que os tumores se mantiveram reduzidos e na próstata.

A equipa considera assim que com o conhecimento suficiente e o uso de modelos suficientes os cancros poderão ser manipulados para apresentarem um padrão de crescimento menos invasivo com a aplicação de uma pequena força biológica.

E, neste contexto, foi evocado o efeito borboleta, que propõe que o bater de asas por uma borboleta no Japão causa um tornado no Texas.

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INEM esclarece hor√°rio de ambul√Ęncias de emerg√™ncia m√©dica.

O Instituto Nacional de Emerg√™ncia M√©dica (INEM) esclarece, em comunicado, que os reajustamentos dos hor√°rios noturnos de 15 das 56 Ambul√Ęncias de Emerg√™ncia M√©dica (AEM) tinham como objetivo aumentar a efic√°cia na gest√£o da emerg√™ncia m√©dica pr√©-hospitalar.

‚ÄúTratou-se, sempre, de ponderar medidas tempor√°rias que permitissem racionalizar a complementaridade de meios de emerg√™ncia que comp√Ķem o Sistema Integrado de Emerg√™ncia (SIEM) e que s√£o operados pelo INEM mas tamb√©m pelos seus parceiros Bombeiros e Cruz Vermelha Portuguesa‚ÄĚ, pode ler-se no comunicado daquele Instituto.

O SIEM, sistema que d√° resposta √†s necessidades do cidad√£o em casos de acidente ou doen√ßa s√ļbita, √© composto por um conjunto muito alargado de meios de emerg√™ncia, encontrando-se ao servi√ßo das popula√ß√Ķes, atualmente, um total de 623 meios de emerg√™ncia:

  • 56 Ambul√Ęncias de Emerg√™ncia M√©dica do INEM
  • 317 Ambul√Ęncias do INEM em Corpora√ß√Ķes de Bombeiros (Protocolo ‚Äď Postos de Emerg√™ncia M√©dica)
  • 155 Ambul√Ęncias de Corpora√ß√Ķes de Bombeiros ou Delega√ß√Ķes da Cruz Vermelha Portuguesa que o INEM utiliza para resposta a emerg√™ncias m√©dicas (Protocolo ‚Äď Postos Reserva)
  • 8 Motociclos de Emerg√™ncia M√©dica
  • 39 Ambul√Ęncias de Suporte Imediato de Vida
  • 44 Viaturas M√©dicas de Emerg√™ncia e Reanima√ß√£o
  • 4 Helic√≥pteros de Emerg√™ncia M√©dica

 

No dia 27 de abril de 2017, na sequ√™ncia de uma reuni√£o realizada no Minist√©rio da Sa√ļde com o Sindicato dos T√©cnicos de Emerg√™ncia Pr√©-Hospitalar (STEPH), este √ļltimo comprometeu-se a promover as disponibilidades dos profissionais T√©cnicos de Emerg√™ncia Pr√©-Hospitalar do INEM para assegurar a operacionalidade dos turnos das AEM.

O INEM deixou de receber estas disponibilidades, o que motivou a necessidade de serem equacionados os referidos reajustamentos dos hor√°rios das ambul√Ęncias. Os pr√≥prios TEPH vieram a p√ļblico manifestar a sua discord√Ęncia em rela√ß√£o √†s altera√ß√Ķes nos hor√°rios das AEM que estavam a ser ponderadas, dando conta da sua disponibilidade para efetuar trabalho extraordin√°rio e assim garantirem o funcionamento das ambul√Ęncias nos moldes atuais.

Deste modo, e com base na garantia do STEPH e dos seus trabalhadores, o INEM informou que n√£o se verificaria a supress√£o de turnos nem o encerramento de meios do Instituto, tendo sido dadas orienta√ß√Ķes internas para serem recolhidas as disponibilidades dos TEPH para assegurar a operacionalidade dos meios nos mesmos moldes.

Os ajustamentos em causa n√£o comprometeriam, em qualquer circunst√Ęncia, o socorro √†s popula√ß√Ķes porque a an√°lise j√° realizada pelo INEM teve em linha de conta a casu√≠stica e a exist√™ncia na mesma √°rea de atua√ß√£o de meios em n√ļmero suficiente e com capacidade para dar resposta √†s ocorr√™ncias que necessitassem de assist√™ncia m√©dica pr√©-hospitalar.

No caso concreto das AEM, e caso se verifique a sua inoperacionalidade moment√Ęnea por manifesta indisponibilidade dos TEPH para realizar turnos em trabalho extraordin√°rio, a resposta a situa√ß√Ķes de acidente ou doen√ßa s√ļbita continuar√° a ser assegurada, de forma c√©lere e eficiente, pelo SIEM atrav√©s de outros meios do Instituto e dos meios dos Bombeiros e Cruz Vermelha Portuguesa, tamb√©m eles acionados e geridos pelos Centros de Orienta√ß√£o de Doentes Urgentes (CODU) do INEM.

Atualmente estão em curso várias procedimentos destinados a reforçar os recursos humanos do INEM afetos aos CODU e aos meios de emergência, dos quais se destacam o concurso para contratação de 100 novos TEPH, o procedimento para reforço dos CODU com 60 assistentes técnicos e a contratação de mais 60 Enfermeiros.

‚ÄúO objetivo do INEM √©, e ser√° sempre, melhorar a capacidade de resposta a situa√ß√Ķes de emerg√™ncia m√©dica pr√©-hospitalar num sistema que, por si s√≥, √© redundante, complementar e robusto. O INEM monitoriza permanentemente a atividade de emerg√™ncia m√©dica pr√©-hospitalar e encontra-se preparado para, em conjunto com os seus parceiros no SIEM, garantir a cada momento uma assist√™ncia m√©dica de qualidade a todos os cidad√£os que dela necessitem‚ÄĚ, conclui o comunicado.

Consulte:

Fonte original: SNS – Servi√ßo Nacional de Sa√ļde

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IPO de Lisboa com central de transporte de doentes.

A Central de Transporte de Doentes do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa entra em funcionamento no dia 1 de junho de 2017, passando a fazer o agendamento do transporte não urgente dos doentes que se deslocam ao Instituto para consultas, exames e tratamentos prescritos por médicos da casa.

Ao alterar a forma de marcar o transporte de doentes, o IPO de Lisboa visa diminuir a despesa, que duplicou nos √ļltimos cinco anos, atingindo os sete milh√Ķes de euros em 2016.¬†¬ę√Ȭ†uma verba j√° muito avultada e que causa problemas ao equil√≠brio or√ßamental¬Ľ, explicou √† Ag√™ncia Lusa o Presidente do Conselho de Administra√ß√£o do IPO de Lisboa, Francisco Ramos.

Ainda sem estimativas do volume de poupan√ßa que a nova medida poder√° gerar, o administrador referiu que um valor na ordem dos 10% (700 mil euros por ano) j√° era bem-vindo. ¬ęEsta √© uma altera√ß√£o que visa poupar dinheiro sem prejudicar o direito dos doentes de verem o seu transporte comparticipados¬Ľ, afirmou o administrador.

O sistema de marca√ß√Ķes de transporte √©¬†reorganizado ¬ęsem retirar naturalmente algum direito √†s pessoas.¬†Aquilo que muda essencialmente √© que as marca√ß√Ķes passam a ser feitas pelo IPO e n√£o pelas pr√≥prias pessoas¬Ľ, salientou.

Independentemente do local de resid√™ncia, os doentes que tenham uma declara√ß√£o para transporte em ambul√Ęncia, emitida por um m√©dico do IPO Lisboa, ser√£o contactados pela Central de Transportes de Doentes do hospital, que confirma e agenda o respetivo transporte.

Com esta medida, pretende-se melhorar a efici√™ncia, agilizar o agendamento/marca√ß√£o dos transportes e melhorar o atendimento aos doentes. Al√©m disso, passa a existir um procedimento de monitoriza√ß√£o das ambul√Ęncias √† entrada e √† sa√≠da do Instituto.

¬ęTentaremos fazer agrupamentos com o m√°ximo de racionalidade poss√≠vel, claramente com preocupa√ß√Ķes de efici√™ncia, para tentar obter poupan√ßas sem prejudicar as pessoas. No fundo, tentar gerir melhor esta situa√ß√£o para podermos melhorar o equil√≠brio econ√≥mico e financeiro do IPO que, como √© conhecido, tem press√Ķes com outras presta√ß√Ķes, medicamentos, radioterapia¬Ľ, afirmou Francisco Ramos.

O IPO Lisboa não se responsabiliza pelo pagamento de quaisquer serviços que não sejam previamente agendados através da Central de Transportes de Doentes.

Em caso de d√ļvida ou necessidade, os doentes devem contactar a Central de Transportes de Doentes atrav√©s do n√ļmero de telefone 217 200 496 ou do endere√ßo eletr√≥nico centraltransportes@ipolisboa.min-saude.pt.

Para saber mais, consulte:

Instituto Portugu√™s de Oncologia de Lisboa ‚Äď Not√≠cias

Fonte original: SNS – Servi√ßo Nacional de Sa√ļde