Raio:

Os candidatos serão seleccionados e avaliados em função do seu curriculum, da sua carta de apresentação e da originalidade da sua ideia de projeto ou plano de trabalho proposto.

O Laborat√≥rio Ib√©rico Internacional de Nanotecnologia (INL) vai implementar um¬†Programa de Mobilidade¬†de curto prazo que consiste na atribui√ß√£o de 10 vagas para resid√™ncias de curta dura√ß√£o no INL (at√© 8 semanas) a investigadores da ind√ļstria e da comunidade cient√≠fica.

O objetivo deste Programa de Mobilidade é fomentar a investigação colaborativa nos projetos de inovação e promover o ecossistema nanotecnológico. Os investigadores interessados podem apresentar a sua candidatura até ao dia 1 de junho de 2019, sendo que a primeira data de seleção dos candidatados ocorre já a 1 de setembro.

Os candidatos ser√£o seleccionados e avaliados em fun√ß√£o do seu curriculum, da sua carta de apresenta√ß√£o e da originalidade da sua ideia de projeto ou plano de trabalho proposto. Nota ainda para o facto de os candidatos terem de pertencer a uma das oito regi√Ķes do espa√ßo de coopera√ß√£o fronteiri√ßo entre Portugal e Espanha: Algarve; Alentejo; Centro; Norte; Andaluzia; Castela, Estremadura e Galiza.

‚ÄúEsta a√ß√£o √© uma excelente oportunidade para a promo√ß√£o de uma interac√ß√£o muito pr√≥xima dos investigadores do INL com a ind√ļstria e comunidade cient√≠fica, a fim de promover uma colabora√ß√£o futura de investiga√ß√£o e a transfer√™ncia de nanotecnologia. Por outro lado, atrav√©s desta ac√ß√£o, o INL ir√° contribuir para a cria√ß√£o de massa cr√≠tica especializada nestas √°reas, nas regi√Ķes transfronteiri√ßas entre Portugal e Espanha, ao mesmo que promove a liga√ß√£o entre centros de I&D/universidades e empresas‚ÄĚ, explicou Sonia Pazos, respons√°vel pelo projeto nanoGateway do INL.

In JE

Os enfermeiros dos cuidados de sa√ļde prim√°rios e das unidades de cuidados de sa√ļde personalizados da Administra√ß√£o Regional de Sa√ļde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) cumprem hoje um dia de greve e, segundo Rui Marroni, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), a paralisa√ß√£o est√° a registar uma ades√£o entre os 90% e os 100%.

Os profissionais exigem ‚Äúo cumprimento da lei‚ÄĚ no descongelamento da carreira e na reposi√ß√£o salarial dos enfermeiros, bem como a contrata√ß√£o de mais trabalhadores.

‚ÄúProgress√£o afinal √© ilus√£o?‚ÄĚ, l√™-se numa faixa afixada por elementos do SEP junto √† sede da ARSLVT.

Segundo Rui Marroni, h√° v√°rios centros de sa√ļde a registarem ades√Ķes de 100% √† greve, como nos casos de Lourinh√£, Sobral de Monte Agra√ßo, Mafra, Azambuja Moita e Quinta do Conde.

In JE

O Centro Materno Infantil do Norte realizou, no dia 23 de julho, pela primeira vez em Portugal, uma cirurgia transvaginal de remo√ß√£o de tumores no √ļtero, disse o ginecologista respons√°vel pela interven√ß√£o, H√©lder Ferreira.

Atrav√©s de um sistema √≥tico, com recurso a uma c√Ęmara endosc√≥pica, a nova t√©cnica, realizada na cidade do Porto, consiste ¬ęna visualiza√ß√£o do interior do √ļtero¬Ľ por via transvaginal e permite uma maior precis√£o na identifica√ß√£o e remo√ß√£o de les√Ķes intrauterinas, explicou aquele especialista.

A visualiza√ß√£o, designada de histeroscopia, permite identificar patologias e les√Ķes como p√≥lipos, miomas, ader√™ncias ou cicatrizes dentro do √ļtero, e,¬† simultaneamente, tratar ou remov√™-las.

H√©lder Ferreira, Coordenador da Unidade de Cirurgia Minimamente Invasiva do Centro Materno Infantil Norte, afirmou que o novo equipamento faz com que o procedimento seja ¬ęmais reprodut√≠vel, ao torn√°-lo tamb√©m mais r√°pido e seguro¬Ľ, comparativamente a outras t√©cnicas que t√™m sido utilizadas, como a raspagem uterina, a remo√ß√£o do √ļtero ou a histeroscopia com corrente el√©trica.

¬ęSe conseguimos encurtar esse tempo, automaticamente conseguimos reduzir a dor e podemos fazer mais procedimentos, desta forma, sem anestesia¬Ľ, frisou.

Segundo o ginecologista, o procedimento √© tamb√©m ¬ęmais f√°cil de realizar¬Ľ, pois n√£o recorre √† anestesia, nem √† energia el√©trica, que na maioria das vezes ¬ęprovocam dor e les√Ķes √†s doentes¬Ľ.

Regresso precoce a casa das doentes é uma das vantagens desta técnica

Uma das vantagens desta t√©cnica √© tamb√©m ¬ęo regresso precoce a casa das doentes¬Ľ, o que, aliado √† redu√ß√£o do tempo que passam no hospital, evita o ¬ęelevado risco de infe√ß√Ķes¬Ľ.

Helena Leite, de 69 anos e natural do Porto, foi uma das sete pacientes que foram submetidas a esta técnica, no dia 23 de julho de 2018.

A doente saiu pelo pr√≥prio p√© do bloco operat√≥rio, depois de uma interven√ß√£o que durou cerca de cinco minutos, e admitiu que o tempo de espera a deixou nervosa. Mas que ¬ęn√£o custou muito¬Ľ, acrescentou.

¬ęQuando estava no bloco pensei que ia correr mal, porque fiquei assustada, uma vez que todas as interven√ß√Ķes que fiz foram com anestesia. Esta n√£o foi, por isso, estava mais receosa. A princ√≠pio doeu um bocadinho, mas depois aguentei perfeitamente¬Ľ, referiu.

Quando teve conhecimento de que a t√©cnica era pioneira em Portugal, Helena ficou amedrontada, mas ¬ęas explica√ß√Ķes do m√©dico¬Ľ e a ¬ęequipa maravilhosa¬Ľ que a acompanhou no bloco operat√≥rio deixaram a paciente mais confiante.

Segundo o ginecologista obstetra H√©lder Ferreira, outra das vantagens da nova t√©cnica √© o ¬ęaumento da seguran√ßa do procedimento¬Ľ e a facilidade para ¬ęa curva da aprendizagem¬Ľ.

No bloco operatório estavam presentes cerca de seis médicos e estudantes oriundos da Eslováquia, Polónia e Inglaterra.

¬ęA evid√™ncia cient√≠fica neste momento, em estudos comparativos, √© clara relativamente √†s vantagens desta t√©cnica. Vantagens para as doentes, para a institui√ß√£o e para o pr√≥prio sistema de cuidados de sa√ļde¬Ľ, acrescentou H√©lder Ferreira.

Fonte: Lusa

Este foi o repto do Primeiro-Ministro António Costa, que estimulou os portugueses a praticarem mais atividade física, assumindo o desafio de contribuir para transformar Portugal num país que se assume como modelo de vida ativa saudável. Veja aqui um extrato da intervenção de António Costa.

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

Uma equipa de investigadores está a desenvolver um novo método oral que é diretamente administrado no intestino delgado evitando os picos de glicose no sangue após as refeições.

O novo método, que se demonstrou bem-sucedido em ensaios pré-clínicos em ratazanas, poderá vir a substituir a cirurgia bariátrica ou cirurgia da obesidade, um tipo de intervenção cirúrgica que além de tratar a obesidade, pode também reverter a diabetes de tipo 2 nos pacientes com ambas as doenças.

No entanto, apesar das melhorias substanciais na qualidade de vida e saúde do paciente oferecidas por aquela intervenção cirúrgica, a mesma continua a ser relativamente pouco procurada, segundo um dos investigadores do estudo, Ali Tavakkol, codiretor do Centro de Gestão do Peso e da Cirurgia Metabólica do Hospital Brigham and Women’s, EUA.

O investigador e colegas propuseram-se assim procurar um tratamento que fosse menos invasivo, mas eficaz como a cirurgia, de forma a encorajar mais pacientes obesos e com diabetes de tipo 2 a procurarem aquele tipo de tratamento.

A equipa começou por procurar um material que apresentasse as propriedades ideias de adesão ao intestino delgado, mas que se dissolvesse no espaço de algumas horas. O sucralfato, um fármaco usado no tratamento de úlceras gastrointestinais foi o material eleito.

O sucralfato foi modificado, tendo-se tornado num material com capacidade de revestir a parede intestinal, mas sem necessitar de ácido gástrico. Os investigadores batizaram-no de LuCI, que consiste nas iniciais de “Luminal Coating of the Intestine”, ou revestimento luminal do intestino. O LuCI pode ser transformado num pó e posto dentro de uma cápsula ingerível.

“O que desenvolvemos aqui é essencialmente, ‘cirurgia em forma de comprimido’”, explicou Yuhan Lee, cientista de materiais e coautor do estudo. “Utilizámos uma abordagem de bioengenharia para formular um comprimido que possuem boas propriedades de adesão e que consegue aderir bem ao intestino num modelo pré-clínico. E os seus efeitos dissipam-se umas horas mais tarde”, continuou.

Com efeito, os investigadores observaram que uma hora após a administração do LuCI em ratazanas, a resposta à glicose diminuiu em 47%. Esta resposta foi temporária e três horas mais tarde, os efeitos da cápsula tinham desaparecido.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Um novo estudo indicou que as temperaturas moderadas e extremas fazem aumentar o risco de acidentes ocupacionais.

O calor e o frio foram já associados a um maior risco de acidentes de trabalho. No entanto, os estudos sobre o tema são limitados em termos de casos analisados e de área geográfica abrangida. Mais, nunca se tinha avaliado o impacto económico destes eventos.

O estudo que foi conduzido por investigadores do Instituo de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal), Espanha, incluiu dados sobre cerca de 16 milhões de acidentes ocupacionais, ocorridos em toda a Espanha, entre 1994 e 2013 e que resultaram pelo menos num dia de perda de trabalho.

Èrica Martínez, investigadora que liderou o estudo, comentou que “a exposição a temperaturas moderadas e extremas poderão ter exercido um papel em mais de meio milhão dos acidentes no local de trabalho que ocorreram durante o período do estudo”.

Com efeito, a análise da equipa que efetuou o estudo indicou que ocorreram diariamente cerca de 60 acidentes relacionados com a temperatura ambiental e que provocaram a perda de pelo menos um dia de trabalho. Isto contou para 2,7% de todos os acidentes de trabalho em toda a Espanha.

Relativamente à exposição a extremos de frio e calor, o risco de acidente aumentou em 4% e 9%, respetivamente.

Segundo Èrica Martínez, não se percebeu bem os mecanismos biológicos subjacentes à ligação entre a exposição a extremos na temperatura ambiental e os acidentes de trabalho. Os tipos mais comuns são fraturas ósseas e ferimentos superficiais, o que sugere uma possível falta de concentração ou de cálculo, afetando assim a segurança do trabalhador.

Adicionalmente, os efeitos da temperatura ambiental não se ficaram pelo dia da exposição aos mesmos; foi observado um padrão de atraso no impacto, possivelmente devido à acumulação do cansaço e desidratação, observados nos dias que se seguiram.

O impacto económico dos acidentes de trabalho relacionados com a temperatura ambiental foi de 360 milhões de euros anuais, o que representa 0,03% do PIB da Espanha, com as temperaturas moderadamente elevadas a contribuírem mais para as perdas económicas.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Os filhos de pais que os criticam muito tendem a prestar menos atenção às emoções transmitidas pelas expressões faciais, demonstrou um estudo.

“Estes achados sugerem que as crianças com um progenitor altamente crítico poderão evitar prestar atenção aos rostos que expressam qualquer tipo de emoção”, disse Kiera James, autora principal do estudo, da Universidade de Binghamton, EUA.

Como consequência, “este comportamento poderá afetar a sua relação com os outros e poderá ser uma das razões pelas quais as crianças expostas a elevados níveis de críticas encontram-se em risco de problemas como depressão e ansiedade”, acrescentou a investigadora.

Os investigadores propuseram-se analisar, assim, os efeitos das críticas dos pais sobre o processamento e atenção por parte dos filhos às expressões faciais de emoção.

Para o estudo, Kiera James e equipa contaram com a participação de pais de crianças com sete a 11 anos de idade, aos quais foi pedido que falassem sobre os seus filhos durante cinco minutos. O que os pais disseram foi avaliado relativamente a níveis de críticas aos filhos por parte dos pais.

Os investigadores mediram ainda a atividade cerebral das crianças, enquanto observavam uma série de imagens de rostos que expressavam diferentes emoções.

A equipa descobriu que os filhos de pais que eram altamente críticos demonstravam menos atenção para todas as expressões faciais emotivas do que os filhos de pais menos críticos.

“Sabemos por estudos anteriores que as pessoas têm uma tendência para evitarem coisas que as fazem sentir desconfortáveis, ansiosas ou tristes porque esses sentimentos são desagradáveis. Sabemos também que as crianças com um pai crítico têm mais tendência a usarem estratégias de enfrentarem que consistem em evitar, quando encontram dificuldades do que as crianças sem um pai crítico”, disse a investigadora.

O facto de darem menos atenção a expressões de emoção poderá ser uma forma de as crianças evitarem a exposição a expressões críticas e, por conseguinte, os sentimentos de desprazer que possam associar às críticas dos pais. Isso poderá evitar que estas crianças reconheçam também expressões positivas nas pessoas que as rodeiam.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

A Direção-geral da Saúde (DGS) declarou o fim do surto de sarampo da região Norte, com ligação ao hospital de Santo António, indicando que o último caso se registou em 29 de abril.

Segundo noticiou a agência Lusa, a DGS afirmou que a declaração do fim do surto ocorreu depois de se respeitarem dois períodos de incubação da doença sem novos casos confirmados, ou seja, 42 dias.

Dos 112 casos confirmados entre fevereiro e final de abril deste ano, 103 tiveram ligação ao surto do hospital de Santo António, no Porto, e todos se encontram curados.

Houve ainda nove casos com coincidência temporal com o surto do Santo António, mas que tiveram origem em dois casos importados e não ligados com aquele surto.

Apesar deste surto e de dois outros simultâneos registados em 2017, a DGS lembra que Portugal continua a “manter o estatuto de país com eliminação do sarampo”, conferido pela Organização Mundial de Saúde, dado o “controlo rápido dos casos”, que “indica que não se estabeleceu circulação do vírus” no país.

A existência de surtos na Europa leva a DGS a indicar aos profissionais e serviços de saúde para manterem um “elevado grau de suspeição clínica” para detetar precocemente casos, porque há a possibilidade de importação de novos casos da doença.

Mais de mil casos de sarampo foram registados por mês, em média, no último ano em 30 países europeus, num total superior a 13 mil casos.

Segundo um relatório recentemente publicado pelo Centro Europeu de Controlo de Doenças, em abril deste ano houve pelo menos 1.708 casos de sarampo na região europeia, com a Itália e a Alemanha a revelarem um aumento particular de casos.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Cientistas identificaram um possível alvo para uma vacina contra a sífilis, pulgou a agência Lusa.

A sífilis, uma doença sexualmente transmissível, é a segunda maior causa de abortos espontâneos e nados-mortos no mundo, tem sido difícil de estudar porque, ao contrário de outras patologias provocadas por bactérias, não pode ser reproduzida em laboratório em placas de Petri ou em ratinhos.

Além das pessoas, o único animal suscetível à doença é o coelho, que elimina rapidamente a infeção, pelo que novos coelhos têm de ser regularmente infetados para manter ativa uma estirpe da "Treponema pallidum", a bactéria que causa a sífilis.

Por outro lado, a bactéria na origem da doença, transmissível por contacto sexual, é muito delicada, sendo por isso difícil de manobrar em laboratório.

O estudo conduzido por uma equipa de microbiólogos da Universidade de Connecticut, EUA, analisou geneticamente a bactéria da sífilis recolhida de amostras de doentes da Colômbia, EUA e República Checa, concluindo que as estirpes bacterianas eram bastante semelhantes, com poucas diferenças genéticas.

Os cientistas suspeitaram que os poucos genes mutantes da bactéria expressavam o tipo de proteínas que andavam à procura: aquelas que habitualmente estão na membrana externa de uma bactéria e que são a forma de o sistema imunitário reconhecer um invasor bacteriano.

Usaram então um programa de modelação computacional para conceber um modelo das proteínas que os genes mutantes expressam e depois produziram-nas em laboratório.

Posteriormente, criaram os anticorpos para essas proteínas e verificaram que estes anticorpos atacavam a membrana exterior intacta da bactéria "Treponema pallidum".

Finalmente, a equipa partiu da pista dada pelos genes mutantes para procurar e encontrar os genes que codificam para proteínas da membrana exterior da bactéria que nunca se alteram, pois as proteínas que sofrem muitas mutações para se esconder do sistema imunitário não são boas candidatas a uma vacina.

Em Portugal, o mais recente Inquérito Serológico Nacional, de 2015-2016, apontou uma prevalência da sífilis em 2,4% dos adultos portugueses com 18 ou mais anos.

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Um estudo recente demonstrou que os bacteriófagos poderão ser uns promissores substitutos dos antibióticos na gestão das bactérias prejudiciais gastrointestinais.

Os bacteriófagos são vírus que não infetam os humanos e naturais inimigos das bactérias, podendo atuar sobre bactérias específicas. Foi ainda observado que estes vírus promovem o desenvolvimento de bactérias benéficas que melhoram a saúde gastrointestinal, a função imunitária e os processos anti-inflamatórios.

Conduzido por Taylor C. Wallace da Universidade George Mason, e Tiffany Weir, da Universidade do Estado do Colorado, ambas nos EUA, o estudo foi dos primeiros a conduzirem ensaios clínicos sobre vírus que exterminam bactérias nocivas gastrointestinais.

Para o estudo, os investigadores contaram com a participação de 31 pessoas que apresentavam no início do ensaio clínico problemas gastrointestinais significativos, mas sem um diagnóstico específico de doença gastrointestinal.

Os participantes foram pididos em dois grupos, aos quais foram atribuídos, durante quatro semanas, um tratamento com bacteriófagos ou um placebo. Posteriormente, os grupos foram submetidos a um período de descanso, seguido de mais quatro semanas em que receberam o tratamento oposto ao que tinham recebido.

O grupo do tratamento recebeu quatro estirpes de bacteriófagos que eliminam especificamente a bactéria E. coli. Os participantes do grupo toleraram o tratamento muito bem, não tendo sido relatados efeitos adversos.

Foram observadas reduções no marcador inflamatório interleucina 4, que está associado a respostas alérgicas, assim como em várias espécies de bactérias nocivas e aumento de bactérias benéficas para a saúde.

“Usar vírus que infetam apenas tipos específicos de bactérias faz poupar as muitas boas bactérias nos intestinos que estão ligadas a numerosos resultados benéficos para a saúde a longo prazo. Demonstrámos pela primeira vez que o tratamento com bacteriófagos não apresenta efeitos secundários aparentes, pelo menos com o uso de curta duração”, comentou Taylor Wallace.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.