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A Dire√ß√£o-Geral da Sa√ļde associa-se √† Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde (OMS) para promover a Semana Europeia da Vacina√ß√£o 2018, que decorre entre 23 e 29 de abril, sob o lema: ‚ÄúAs vacinas funcionam, proteja-se a si e aos que o rodeiam de doen√ßas graves‚ÄĚ. Para uma Regi√£o Europeia livre de doen√ßas evit√°veis pela vacina√ß√£o, a OMS Europa considera importante chamar a aten√ß√£o para a vacina√ß√£o como um direito individual e uma responsabilidade de todos.

Todas as pessoas t√™m o direito de estar protegidas de doen√ßas evit√°veis pela vacina√ß√£o e todos desempenham um papel fundamental na prote√ß√£o dos outros quando optam pela vacina√ß√£o. Assim, o refor√ßo da comunica√ß√£o ser√° feito ao longo da pr√≥xima semana atrav√©s de infografias alusivas √† Semana Europeia da Vacina√ß√£o e de v√°rias iniciativas promovidas pelas diferentes Administra√ß√Ķes Regionais de Sa√ļde, com o objetivo de sensibilizar as pessoas para a import√Ęncia da vacina√ß√£o na prote√ß√£o da sa√ļde, quer dos vacinados, quer daqueles que n√£o podem ser vacinados, atrav√©s da imunidade de grupo.

Pretende-se tamb√©m, atrav√©s desta campanha, alertar os adolescentes, pais e profissionais de sa√ļde para fazerem escolhas fundamentadas quanto √† vacina√ß√£o e para somente partilharem informa√ß√£o devidamente sustentada. Os profissionais de sa√ļde s√£o tamb√©m destinat√°rios de mensagens que visam sublinhar o seu papel para a sensibiliza√ß√£o relativamente √†s vacinas, de forma a apoiar a procura pela vacina√ß√£o.

#Vaccineswork #immunizeEurope

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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Boletim Epidemiológico atualizado sobre surto de sarampo.

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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Um novo estudo descobriu que problemas de saúde muscular poderão constituir mais uma complicação para quem sofre de diabetes de tipo 1, mesmo para jovens fisicamente ativos.

Conduzido por uma equipa de investigadores da Universidade McMaster e da Universidade de York, ambas no Canadá, o estudo teve como base a análise de biópsias de músculos de jovens adultos, com e sem diabetes de tipo 1 e que excediam a prática de atividade física recomendada no Canadá para os diabéticos.

Como resultado, a equipa descobriu que as mitocôndrias (partes das células responsáveis por fornecerem a energia para as mesmas) apresentavam alterações estruturais e funcionais nos participantes com diabetes.

Com efeito, observou-se que as mitocôndrias das células musculares dos diabéticos tinham uma menor capacidade de produzirem energia para o músculo, e ainda libertavam quantidades elevadas de espécies reativas de oxigénio relacionadas com danos celulares.

Segundo os investigadores, aquelas alterações podem resultar num menor metabolismo, maior dificuldade para controlar a glicose no sangue e se não houver intervenção, pode acelerar o desenvolvimento de incapacidade.

Sendo assim, os achados deste estudo incluem saúde muscular debilitada à lista das complicações mais conhecidas provocadas pela diabetes de tipo 1, como doenças cardíacas, problemas renais e nervosos.

“Achamos que estas mitocôndrias disfuncionais são o que faz com que o músculo não use a glicose adequadamente e danifique também as células musculares nesse processo. Ficámos surpreendidos ao verificar que os músculos eram tão pouco saudáveis em jovens adultos com diabetes de tipo 1 que eram regularmente ativos”, disse Christopher Perry.

A equipa considera que apesar de serem necessários mais estudos, as diretrizes relativas à prática de exercício físico nesta população poderão ter que ser revistas de forma a que os músculos se mantenham o mais saudáveis possível.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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A administração de opiáceos para tratar a dor pós-cirúrgica em ratazanas fez prolongar a reatividade à dor em três semanas e tornou as células imunitárias da medula espinhal mais reativas à dor, observou um estudo.

Os autores do estudo, da Universidade de Colorado Boulder, EUA, consideram estes achados um paradoxo e, se se verificarem também em humanos, poderão refletir-se na gestão atual da dor nos pacientes.

Para o estudo, Linda Watkins, Peter Grace e colegas efetuaram laparotomia, uma intervenção cirúrgica em que se faz uma incisão da parede abdominal, em ratazanas-macho. Neste tipo de intervenção normalmente usa-se opiáceos para tratar a dor.

Num ensaio, os investigadores administraram o equivalente a uma dose moderada de morfina nas ratazanas, durante sete dias após a cirurgia. A outra metade recebeu um placebo. Noutro ensaio, a equipa administrou morfina nas roedoras durante oito dias, tendo sido retirada progressivamente até ao décimo dia. Finalmente, noutro ensaio as ratazanas receberam morfina até ao dia 10, tendo sido abruptamente retirada.

A equipa mediu a sensibilidade das roedoras ao toque, antes e depois dos ensaios, assim como a atividade dos genes que expressam proteínas inflamatórias na medula espinhal.

Foi descoberto que as ratazanas que tinham recebido a morfina sentiram dores pós-operatórias durante três semanas adicionais. Quanto mais tempo receberam a morfina, mais tempo tiveram dor. A descontinuação progressiva do fármaco não fez qualquer diferença.

“Isto indica que existe outro lado negro nos opiáceos, que muitas pessoas nem desconfiam”, comentou Linda Watkins, autora sénior deste estudo. “Demonstra que o trauma, incluindo a cirurgia, em combinação com os opiáceos pode levar à dor crónica”, acrescentou.

A investigadora que se encontra a estudar outras alternativas para a dor pós-cirúrgica, rematou dizendo que ao usar opiáceos achamos que estamos a tratar a dor mas na verdade estamos a prolongá-la.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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O consumo regular de frutos de casca rija foi associado a um menor risco de irregularidades no ritmo cardíaco, ou fibrilação auricular, indicou um novo estudo.

O estudo que foi efetuado por investigadores do Instituto Karolinska em Estocolmo, Suécia, indicou ainda que aquele tipo de alimentos pode reduzir o risco de se desenvolver insuficiência cardíaca, mas neste caso a evidência foi menos consistente.

Os investigadores usaram informação de um questionário sobre a frequência alimentar que incluía dados sobre o estilo de vida de 61.364 suecos com 45 a 83 anos de idade. A saúde cardiovascular dos participantes foi seguida durante 17 anos, até final de 2014 ou até à morte.

Foi verificado que os consumidores de frutos de casca rija tendiam a serem mais magros, a terem mais habilitações literárias, a comerem mais frutas e legumes, a beberem mais álcool, a fumarem menos e a não terem um historial de hipertensão.

Durante o período do estudo foram registados 7.750 casos de fibrilação auricular, 4.983 ataques cardíacos, 917 dos quais fatais, 3.160 casos de insuficiência cardíaca, 972 casos de estenose valvular aórtica, 983 aneurismas da aorta abdominal e 3.782 acidentes vasculares cerebrais (AVC) isquémicos e 543 AVC hemorrágicos.

Após terem sido tidos em consideração a idade e o sexo, o consumo de frutos de casca rija foi associado a um menor risco de ataque cardíaco, insuficiência cardíaca, fibrilação auricular e aneurisma da aorta abdominal.

No entanto, ao serem considerados fatores de risco potencialmente influenciadores, como o estilo de vida, alimentação e diabetes, foram encontradas associações apenas com a fibrilação auricular e insuficiência cardíaca.

Quanto mais frutos secos eram consumidos, menor era o risco de fibrilação auricular. O consumo de uma porção de frutos de casca rija entre uma e três vezes por mês foi associado a uma diminuição de apenas 3% no risco, aumentando para 12% com o consumo uma a duas vezes por semana e 18% com o consumo três ou mais vezes por semana.

Cada porção adicional de frutos de casca rija por semana foi associada a 4% de redução no risco de fibrilação auricular.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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A quase totalidade dos inquiridos num estudo afirma saber o que é o colesterol, mas mais de metade desconhece o valor que tem, uma situação mais frequente entre os jovens e que vai diminuindo com a idade, anunciou a agência Lusa.

Promovido pela Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC), o inquérito “Os portugueses e o colesterol” decorreu em março e envolveu uma amostra de 1.000 participantes.

Mais de metade (58%) dos inquiridos assumiram não saber qual o seu valor de colesterol, um desconhecimento que é muito expressivo nos jovens.

A grande maioria (90%) dos jovens, com idades entre os 15 e os 24 anos, disse desconhecer o seu nível de colesterol, valor que desce para os 73% nos inquiridos com idades entre os 25 e os 34 anos e para os 63% nos participantes com idades entre os 35 e os 44 anos.

Com o avanço da idade vai diminuindo o desconhecimento das pessoas sobre o seu valor de colesterol: 48% (45-64 anos), 34% (55-64 anos) e 48% (65 e mais anos), indica o estudo.

“Isto preocupa-nos um bocado” porque ao desconhecer que têm colesterol não tomam medidas preventivas, mas o “mais preocupante” são os níveis de desconhecimento nos jovens, disse Luís Negrão.

O médico destacou como positivo 98% dos inquiridos saberem o que é o colesterol, 97% conhecerem que é uma gordura que circula no corpo e 70% saberem que um valor normal é inferior a 190 mg/dl.

A quase totalidade rejeita a ideia de que “a prática regular do exercício físico não traz vantagens para quem tem o colesterol elevado” ou que “os magros não têm que se preocupar com o colesterol”.

Apelou ainda aos portugueses para vigiarem o colesterol e “falarem sempre com o médico de família ou o médico assistente para ambos tentarem resolver o problema de colesterol elevado”.

Isto porque “há pessoas que largam as estatinas e substituem-nas por suplementos alimentares por acreditarem que fazem melhor ao colesterol”, explicou o médico.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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“Não caia nisso” é o tema da campanha de sensibilização que a Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia (SPOT) lançou para prevenir as quedas na população idosa.

O responsável pela iniciativa, Carlos Evangelista, ortopedista, disse à Lusa que a campanha pretende evitar problemas como fraturas, que podem levar à imobilidade e a imobilidade pode causar uma grande dependência de terceiros ou até a morte.

“Há problemas que a pessoa pode ter em si que levam à queda, chamados, problemas intrínsecos, como não vigiar a tensão arterial, não controlar a diabetes, ter tonturas, tomar mal a medicação e que são importantes identificar", explicou.

Tendo em conta que “há muitas quedas que acontecem dentro de casa”, a campanha dá alguns conselhos para as prevenir, como ter sempre atenção quando o chão está molhado, retirar tapetes que possam provocar derrapagens, ter atenção com os fios e com a desarrumação.

O responsável pela iniciativa advertiu também para a importância de “ter uma luz de presença no quarto durante a noite”, lembrando que “conhecemos a nossa casa, mas ela própria encerra perigos que muitas vezes não detetamos porque nos são familiares”.

Carlos Evangelista salientou também a importância de chamar a atenção para as quedas que acontecem por fraqueza muscular.

“Muitas vezes as pessoas com alguma idade que vivem sozinhas, têm tendência a estar muito tempo sentadas e mexem-se pouco o que acaba por causar a perda da musculatura e faz com que tenham uma base de sustentabilidade menor", alertou.

O ortopedista afirmou também que “a má alimentação acaba por tirar capacidades físicas e cognitivas”, uma vez que as pessoas têm tendência a facilitar na alimentação quando vivem sozinhas, não ingerindo os nutrientes necessários.

A própria estrutura médica terá de se preparar para o “flagelo das fraturas do colo do fémur” que ocupam muitas unidades hospitalares e terá de se tornar “mais multidisciplinar”, fornecendo a melhor técnica para a recuperação dos doentes.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Os fármacos concebidos para atuarem sobre o sistema imunitário do paciente podem fazer aumentar a sobrevida em casos de cancro do pulmão com metástases, indicou um novo estudo.

Conduzido por uma equipa de investigadores liderados por Leena Gandhi, da Langone Health da Universidade de Nova Iorque, EUA, o estudo demonstrou que a combinação do fármaco de imunoterapia pembrolizumab com quimioterapia fez duplicar a sobrevida de pacientes aos quais tinham sido dados 11 meses de vida, em comparação com o uso de quimioterapia apenas.

Para o estudo, a equipa recrutou 616 pacientes com cancro do pulmão de não pequenas células (CPNPC) com metástases em 118 centros internacionais.

A equipa atribui, de forma aleatória, o tratamento com pembrolizumab em combinação com quimioterapia a 405 pacientes. Os restantes 202 receberam quimioterapia apenas.

Como resultado, os investigadores observaram que no grupo tratado com pembrolizumab e quimioterapia o risco de morte foi reduzido em 51% em comparação com os tratados apenas com quimioterapia.

Adicionalmente, no grupo da terapia combinada, a possibilidade de progressão do cancro e morte foi reduzida em 48%, ou seja, a possibilidade de sobrevida sem progressão do carcinoma em geral duplicou naquele grupo de pacientes.

O risco de efeitos secundários severos foi semelhante em ambos os grupos, com 67,2% no grupo do tratamento combinado e 65,8% no grupo do tratamento convencional.

“Usar esta terapia combinada para tratar pacientes com uma doença tão agressiva pode ser um importante avanço para manter os pacientes vivos e bem por mais tempo”, concluiu a investigadora Leena Gandhi.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Boletim Epidemiológico atualizado sobre surto de sarampo.

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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Um estudo recente sobre o uso de produtos de higiene íntima feminina sugeriu que aqueles poderão causar mais danos que benefícios.

Com efeito, uma equipa de investigadores liderada por Kieran O’Doherty da Universidade de Guelph, Canadá, estabeleceu uma associação, que considerou preocupante, entre o uso daquele tipo de produtos e um risco três vezes maior de desenvolvimento de infeções vaginais.

Para o estudo, os investigadores efetuaram uma sondagem a 1,471 mulheres canadianas. No Canadá os produtos de higiene íntima são usados por 95% das mulheres. Nas sondagens as mulheres eram questionadas sobre os produtos e práticas usados relativamente à sua saúde vaginal, e a frequência com que tinham problemas.

A equipa observou que os produtos usados mais frequentemente pelas mulheres eram cremes para a comichão, hidratantes e lubrificantes e ainda toalhitas íntimas. Como resultado, certos produtos foram associados a infeções específicas.

Como exemplo, foi verificado que as mulheres que usam antisséticos em gel apresentavam um risco oito vezes maior de terem uma infeção vaginal fúngica e 20 vezes uma infeção bacteriana.

As participantes que usavam geles ou sabões líquidos corriam um risco quase três vezes e meio maior de terem uma infeção bacteriana e duas vezes e meia de relatarem uma infeção do trato urinário.

Nas mulheres que usavam toalhitas íntimas o risco de infeção do trato urinário duplicava e nas que usavam lubrificantes e hidrantes o risco de infeção fúngica eram duas vezes e meio maior.

“O estudo não estabelece se são os produtos que causam as infeções ou se são as mulheres que usam os produtos numa tentativa de tratarem a infeção”, disse o investigador que liderou o estudo.

Por outros lado, Kieran O’Doherty explicou que têm aparecido estudos médicos a indicarem que a perturbação do sistema microbiano vaginal causa problemas de saúde e o especialista admite que aquele tipo de produtos possa impedir o desenvolvimento das bactérias saudáveis que combatem as infeções.

“A nossa sociedade concebeu a ideia que o sistema genital feminino não é limpo e o marketing dos produtos de higiene vaginal como sendo algo que as mulheres precisam para atingir o ideal contribui para o problema”, concluiu o autor.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.