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Comunicado da Diretora-Geral da Sa√ļde sobre o fim do Surto de Doen√ßa dos Legion√°rios no Hospital CUF Descobertas.

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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Uma equipa de investigadores identificou um gene que poderá desempenhar um papel protetor na prevenção de doenças cardiovasculares.

Num estudo conduzido na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Califórnia em Los Angeles, EUA, os investigadores descobriram que o gene conhecido como MeXis atua em células-chave no interior das artérias obstruídas, ajudando a remover o excesso de colesterol nos vasos sanguíneos.

O estudo que foi baseado em ratinhos, revelou que o gene MeXis controla a expressão de uma proteína que bombeia o colesterol para fora das células nas paredes dos vasos sanguíneos.

Tem-se presumido que o gene MeXis não possui uma função pois não produz proteínas, à semelhança de alguns outros genes.

No entanto, investigações recentes têm demonstrado que estes genes “sem funções” poderão na verdade desempenhar funções biológicas importantes sem produzirem proteínas; estes genes produzirão sim, uma classe especial de moléculas denominadas ARN longos não codificantes (lncRNA na sua sigla em inglês).

No presente estudo, os investigadores descobriram que os ratinhos desprovidos do gene MeXis apresentavam quase o dobro dos bloqueios nos seus vasos sanguíneos em relação a ratinhos com níveis normais do gene. Foi também verificado que o aumento dos níveis de MeXis tornou as células mais eficazes na remoção do colesterol em excesso.

A equipa planeia seguidamente estudar em pormenor a função do MeXis sobre as células nas paredes das artérias e identificar potenciais vias de tratamento para as doenças cardiovasculares com base no mesmo.

Peter Tontonoz, autor sénior deste estudo, explica que: “este estudo diz-nos que os IncRNA são importantes para o funcionamento interno das células envolvidas no desenvolvimento das doenças cardíacas”.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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O fármaco cabozantinib poderá constituir um potencial tratamento para os pacientes com cancro da tiroide com metástases e resistente ao iodo radioativo, indicou um estudo recente.

O estudo conduzido por uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia, EUA, demonstrou que o cabozantinib, um fármaco inibidor de quinases, conseguiu fazer reduzir os tumores em 97% de pacientes, sendo que mais de metade apresentaram uma diminuição de mais de 30%.

A maioria dos casos de tiroide diferenciada é tratada com terapia de iodo radioativo. Como a tiroide absorve quase todo o iodo no organismo, este tipo de tratamento irá concentrar-se nas células cancerígenas da tiroide do paciente, exterminando-as quase sem afetar o resto do organismo.

Apesar de a terapia de iodo radioativo poder curar o cancro da tiroide, cerca de 15% dos pacientes apresentam resistência ao tratamento. Apesar de haver dois tratamentos aprovados com inibidores de quinases, que são fármacos que bloqueiam as enzimas essenciais para a função das células cancerígenas, os mesmos não são duráveis e requerem opções terapêuticas adicionais.

Para o estudo, a equipa liderada por Marcia Brose, conduziu a fase II de um ensaio em que foram recrutados 35 pacientes com cancro da tiroide com metástases, resistente a iodo radioativo, o qual iniciou em março de 2014.

Como resultado, foi observado que 34 dos 35 voluntários apresentaram uma redução nos tumores, e 19 em 35 pacientes conseguiram uma resposta parcial, ou seja, uma redução de mais de 30%. O tempo médio do estudo foi de 35 semanas, sendo que 16 pacientes continuam como participantes do estudo.

Os principais efeitos adversos do tratamento foram hiperglicemia (80% dos pacientes), diarreia (77%), fadiga (74%) e perda de peso (71%)

“Estes resultados indicam que o cabozantinib poderá oferecer uma opção adicional de tratamento a estes pacientes, a qual irá reduzir os tumores e proporcionar um período adicional sem progresso aos pacientes”, esclareceu Marcia Brose.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Um novo estudo demonstrou que uma alimentação rica em gordura saturada e açúcar provoca mais do que obesidade e inflamação.

Com efeito, o estudo conduzido por uma equipa de investigadores do Centro de Investigação do Complexo Hospitalar da Universidade de Montreal, Canadá, indicou que a gordura saturada nos alimentos, encontrada principalmente sob a forma de óleo de palma e de gordura animal, provoca inflamação no núcleo accumbens, uma região do cérebro que controla o sistema de recompensa e o humor.

Esta inflamação pode conduzir por sua vez a comportamentos depressivos, compulsivos e de ansiedade, assim como perturbar o metabolismo.

Para o estudo, Stéphanie Fulton e colegas alimentaram dois grupos de ratinhos com o mesmo número de calorias, 50% das quais eram oriundas de gordura. Um dos grupos recebeu uma dieta com gordura saturada e o outro com gordura monoinsaturada. A equipa alimentou ainda um terceiro grupo com uma dieta pobre em gordura.

Foi observado que os ratinhos que tinham recebido a dieta rica em gordura saturada consumiram voluntariamente mais gramas de comida e, assim, mais calorias.

“Demorou apenas 12 semanas para que a dieta rica em gordura saturada causasse obesidade, comportamentos ansiodepressivos e alterações metabólicas associadas à pré-diabetes”, disse Lá-Décarie Spain, primeira autora do estudo.

A equipa explicou que as alterações observadas nos ratinhos com a dieta rica em gordura saturada e açúcar não foram observadas tanto numa dieta rica em açúcar, como numa rica em gordura monoinsaturada, que é o tipo de gordura presente no azeite.

Muitos estudos conduzidos sobre humanos demonstraram que a dieta mediterrânica, que é pobre em gordura saturada tem um efeito protetor na depressão. Apesar de ter sido conduzido em ratinhos, é possível que o observado ocorra também nos humanos.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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A secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade admitiu que em Portugal há uma "banalização e mistificação" da violência entre casais, lançando um apelo aos "atores da sociedade" para que sejam "vigilantes e intensifiquem a sensibilização", noticiou a agência Lusa.

"(…) há uma certa mistificação do ideal de amor romântico que afasta a representação que temos de situações de intimidade da questão da violência e da agressividade", disse Rosa Monteiro.

A governante apontou que os dados revelados num estudo sobre violência no namoro realizado pela União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) "causam alguma perplexidade", mas valorizou os estudos pela "visibilidade a uma problemática que existe".

"Estes estudos são importantes para reconhecer o problema e para aumentar a intolerabilidade social a esta problemática", salientou a governante, acrescentando que esta é "uma problemática multidimensional", pelo que deixou um apelo.

"Precisamos de todos e de todas neste combate. Falei dos professores e das escolas, mas apelo também às famílias e autarquias e a todos os agentes da sociedade para que todos sejam vigilantes e reforcem as suas ações contra a violência", referiu.

Por sua vez, a presidente da UMAR, Maria José Magalhães, defendeu que as abordagens a esta matéria nas escolas sejam feitas por pessoas especializadas e considerou que a intervenção de ser articulada pela educação para a cidadania, mas também pela educação para a saúde.

O inquérito nacional da UMAR 2018 que envolveu cerca de 4.600 jovens, com uma média de idades de 15 anos, alerta para as "elevadas taxas de vitimação e, sobretudo, de legitimação da violência".

"É preocupante" verificar que 68,5% dos jovens (3.186) consideram como natural ter, pelo menos, um comportamento violento na intimidade e que 56% dizem já ter sofrido atos de vitimação, indica o inquérito, pulgado no Dia dos Namorados.

Analisando os vários tipos de vitimação, o estudo revela que 18% foram vítimas de violência psicológica, 16% de perseguições, 12% de violência através das redes sociais, 11% de situações de controlo, 7% de violência sexual e 6% de violência física por parte de um companheiro ou companheira.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Os sintomas do enfarte agudo do miocárdio (ataque cardíaco) são hoje mais conhecidos da população portuguesa, segundo um estudo dar iniciativa do movimento Stent for Life.

Segundo apurou a agência Lusa, o estudo foi coordenado pelo cardiologista Helder Pereira e indicou que 95% dos 1.044 inquiridos associaram a “dor no peito” a esta doença.

Os sintomas mais referidos como indicadores de um enfarte do miocárdio são a dor no peito (95%), arritmias/palpitações (89%) e paralisia/dormência no braço (86%).

Estes valores apontam para um aumento do conhecimento das pessoas em relação a este tipo de enfarte, já que atualmente 95% associaram a “dor no peito” a esta doença, contra 85% num inquérito realizado há seis anos.

A esmagadora maioria dos inquiridos (92%) afirmou que existem fatores de risco associados ao enfarte do miocárdio, alguns dos quais podem ser evitados.

A maioria (66%) considera que todos os tipos de pessoas têm propensão para um enfarte do miocárdio e mais de 60% associam dor no peito, náuseas e vómitos a enfarte do miocárdio.

Perante estes sintomas, 38% ligavam para o 112, enquanto 27% optavam por uma urgência hospitalar.

Entre os critérios apontados pelos inquiridos como fatores de risco para o enfarte do miocárdio, o excesso de peso e alimentação desequilibrada foram referidos por 99%. A maioria (55%) afirma que o enfarte pode ocorrer em qualquer idade.

Para 68% dos inquiridos, o eletrocardiograma é a melhor forma de diagnosticar um enfarte, seguindo-se a avaliação clínica (52%) e o ecocardiograma (42%). A maioria dos inquiridos (86%) considera que o enfarte do miocárdio pode ser prevenido e que uma alimentação saudável é a melhor forma de o prevenir.

O enfarte do miocárdio ocorre quando as artérias que irrigam o coração ficam bloqueadas, impedindo assim este órgão de receber o necessário sangue e oxigénio. Neste estudo, 20% afirmaram que o enfarte do miocárdio acontece devido a problemas do coração e 18% por causa de veias entupidas.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Comunicado da Diretora-Geral da Sa√ļde sobre a atividade gripal durante a semana 6, 5 a 11 de Fevereiro de 2018.

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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O psiquiatra e professor universit√°rio Fernando Miguel Teixeira Xavier foi nomeado diretor do Programa Nacional para a Sa√ļde Mental da Dire√ß√£o-Geral da Sa√ļde Mental, segundo despacho publicado em Di√°rio da Rep√ļblica. 

Para mais informa√ß√Ķes consulte aqui o despacho de nomea√ß√£o.

 

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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Os inpíduos que nascem com malformações cardíacas e sobrevivem até à idade adulta podem correr um maior risco de desenvolverem demência, particularmente demência prematura (antes dos 65 anos de idade), indicou um estudo.

Cada vez mais são as pessoas que sobrevivem às malformações cardíacas de nascença, graças aos avanços nos tratamentos de recém-nascidos e crianças. No entanto, estudos anteriores demontraram que quem nasce com malformações cardíacas apresenta um maior risco de perturbações no desenvolvimento neurológico, como autismo e epilepsia.

Este estudo, que foi conduzido por uma equipa de investigadores liderada por Carina Bagge do Hospital Universitário de Aarhus, Dinamarca, foi o primeiro a debruçar-se sobre problemas de demência, numa fase mais avançada da vida naquela população.

Como base para a sua investigação, a equipa recorreu a bases de dados clínicos e registos nacionais de todos os hospitais dinamarqueses. Foi analisada a ocorrência de demência em 10.632 adultos nascidos com malformações cardíacas entre 1890 e 1982, tendo a maioria nascido entre 1960 e 1982.

Cada um dos adultos com malformação cardíaca foi equiparado a 10 inpíduos da população geral, do mesmo sexo e mesma idade.

Os investigadores apuraram que o risco de demência por qualquer causa, incluindo a Alzheimer, demência vascular e outras, em inpíduos nascidos com malformações cardíacas era geralmente 60% mais elevada do que na população geral.

Adicionalmente, o risco de demência prematura era 160% mais elevada em quem tinha nascido com malformação cardíaca em relação à população geral, e a demência diagnosticada após os 65 anos de idade era 30% mais elevada naquela população do que na população geral.

Como este estudo é de natureza observacional, apesar de ter detetado uma associação, não provou uma relação de causa e efeito.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Atualiza√ß√£o das Taxas devidas pelos servi√ßos prestados pela Dire√ß√£o-Geral da Sa√ļde no √Ęmbito das suas atribui√ß√Ķes

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde