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Artigos Marcados “Reino Unido”

Entrevista a Kate Cowhig | KCR

Colocado por | Novembro 21, 2016 | Parceiros

Kate Cowhig √©, ela pr√≥pria, uma enfermeira, registada como Enfermeira Especialista e Enfermeira Geral, no Hospital de St James, em Dublin, a Rep√ļblica da Irlanda. Trabalhou no Hospital Ibn Al-Bitar (Parc Group), em Bagdad, no Iraque, e como Enfermeira no servi√ßo de Cuidados intensivos, em Nova York, nos Estados Unidos.

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O meu nome √© Ricardo Silva, e perten√ßo √† gera√ß√£o de 1988. Nascido no Ribatejo, em Santar√©m, local onde me formei enquanto enfermeiro. Decis√£o esta tendo em conta as potencialidades da classe como um bem de primeira necessidade, n√£o s√≥ em Portugal, como por todo o mundo. Sou lutador, orgulhoso e planeador. Gosto de pensar no futuro, e questionar-me sobre todas as op√ß√Ķes envolventes.

Sou enfermeiro por adorar o relacionamento humano conjugado com a doen√ßa. Feito isto, sou emigrante desde os meus 23 anos, enfermeiro de cuidados intensivos 6 meses depois. Exer√ßo fun√ß√Ķes no primeiro hospital p√ļblico brit√Ęnico com 100% dos quartos privados, em Royal Tunbridge Wells, Inglaterra.

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cristiana_berkshire

O meu nome √© Cristiana, tenho 24 anos, sou natural do Porto, licenciei-me na Escola Superior de Sa√ļde da Universidade de Aveiro, em 2011, e trabalhei como enfermeira em regime de presta√ß√£o de servi√ßos, numa unidade de cuidados continuados, em Gaia. Atualmente, vivo e trabalho em Inglaterra, no condado de Berkshire.

Defino-me como uma pessoa independente, introvertida, mas muito comunicativa. Aventureira? Talvez. Gosto especialmente de viajar e observar os espa√ßos e as pessoas que os fazem, como constroem o seu ambiente e como o preservam no seu estilo de vida. Gosto de aprender e reaprender o mundo, na sua unicidade m√ļltipla quotidiana. Gosto de experimentar.

Gosto de cuidar, de atentar aos pormenores, de partilhar as vidas e viv√™ncias de cada um que conhe√ßo e julgo que foi neste contexto que desde pequena desejo ser enfermeira. E escrevo o verbo no presente, porque acredito que ser enfermeira, assumir o papel de enfermeira, requer uma constru√ß√£o di√°ria. Nunca me imaginei a exercer qualquer outra profiss√£o, embora nos √ļltimos tempos, essa tenha sido uma quest√£o que venho colocando, na medida em que exercer Enfermagem √© um desafio e risco constante, e no entanto, sinto que nem sempre se √© devidamente recompensado, em termos de condi√ß√Ķes laborais (oh, o eterno problema do sal√°rio ‚Ķ).

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Isle of man

 

Eliana  Firmino é enfermeira numa Nursing Home, em Isle of Man (UK). O seu contacto chegou-nos através do nosso parceiros Best Personnel (link). A seguir apresentamos o testemunho sobre uma experiência num cenário pouco habitual mas interessante.

 

 

ES РDiga-me porquê e como é que tomou a decisão de emigrar para o Reino Unido?

Como é do conhecimento de todos nós, neste momento Portugal encontra-se a atravessar um período de grandes dificuldades. Podemos constatar que neste momento em Portugal os mais afectados estão a ser os jovens, jovens com vontade de trabalhar, de lutar por uma causa, com vontade de ficar naquela que sempre foi a sua nação, fazer por esta o que esta um dia fez por nós, lutar para fazê-la crescer novamente.

Estes jovens portugueses, lutadores e determinados, com um longo percurso acad√©mico v√™m-se obrigados a passar os seus dias a esfolhar o jornal, a percorrer todos os sites da internet √† procura do emprego ideal, a enviar 10, 20, 30 vezes por dia o seu curr√≠culo e no final de tudo deparam-se com a dura realidade…‚ÄĚNingu√©m responde?‚ÄĚ, onde est√° aquela frase educada ‚Äúobrigada pela sua candidatura‚ÄĚ.

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testemunho_londres

Este testemunho foi¬†seleccionado¬†do artigo original do Forumenfermagem.org de 2011¬†e agora republicado no Emprego Sa√ļde.

Por Ism√°lia de Sousa

Londres (2011)

Est√°vamos em Setembro de 2009. Depois de tr√™s meses de f√©rias, a segunda ‚Äúcorrida √†s capelinhas‚ÄĚ (sendo que a primeira √© aquela no dia que se segue √† inscri√ß√£o na Ordem dos Enfermeiros). Naquela altura j√° mais nada restava a fazer sen√£o esperar, esperar que as mil e uma ‚Äúfichinhas‚ÄĚ preenchidas dessem fruto ou, ent√£o, que aquele algu√©m que conhecemos num determinado hospital fizesse o ‚Äújeitinho‚ÄĚ. A ‚Äúcunha‚ÄĚ sempre foi a maior ag√™ncia de recrutamento nacional e o momento j√° era de crise!

Durante as f√©rias enviei o curr√≠culo para uma ag√™ncia com sede na Finl√Ęndia que estava a recrutar enfermeiros para trabalhar em alguns hospitais de Londres. Duas entrevistas por telefone e, depois de uma promessa telef√≥nica de poss√≠vel emprego, a empresa, curiosamente, nunca mais disse nada! A uma outra ag√™ncia em Lisboa que estava a recrutar enfermeiros portugueses para o Reino Unido, enviei o curr√≠culo em ingl√™s e fui √† entrevista. Fui seleccionada pela empresa, mas tudo ficou em √°guas de bacalhau. At√© ao dia de hoje podia continuar √† espera‚Ķ

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