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A Ordem dos Psic√≥logos Portugueses organiza as II Jornadas de Boas Pr√°ticas em Locais de Trabalho Saud√°veis, no pr√≥ximo dia 7 de Setembro, das 9h30 √†s
18h00, no audit√≥rio da Sede da Ordem dos Psic√≥logos Portugueses.  

Para mais informa√ß√Ķes consulte o Programa.

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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Uma equipa de investigadores conseguiu identificar um mecanismo cerebral nos irmãos de pacientes com a doença bipolar, o qual os torna resilientes à doença.

Num estudo conduzido por investigadores da Faculdade de Medicina Icahn do Hospital Mount Sinai, EUA, foi observado que o cérebro parece ter a capacidade de se adaptar ao risco biológico da doença bipolar.

Esta descoberta poderá conduzir a novas formas de fazer aumentar a resiliência nos inpíduos que correm o risco de desenvolverem a doença e nos que já a têm.

A doença bipolar causa alterações pouco usuais no humor, níveis de atividade, energia e mesmo na possibilidade de se desempenhar tarefas rotineiras. Esta doença é normalmente hereditária, com os irmãos dos pacientes a apresentarem um risco 10 vezes maior de se tornarem também bipolares em relação à população geral.

Todavia, a maioria das pessoas que possuem um historial familiar de doença bipolar não desenvolvem a doença.

Para o estudo, os investigadores analisaram imagens de ressonâncias magnéticas de 78 pacientes com a doença bipolar, 64 de irmãos daqueles pacientes sem a doença e de 41 pessoas sem parentesco com outros participantes e que não tinham a doença.

Foi observado que os irmãos evidenciavam indícios genéticos de ligações anormais em regiões do cérebro relacionadas com a sensação e movimento e que foram associadas à doença bipolar noutros estudos.

No entanto, nestes participantes aquelas ligações anormais eram compensadas por uma hiperligação na rede de modo padrão cerebral (o chamado “default mode network”). A rede de modo padrão cerebral é uma rede de regiões do cérebro que interagem, com atividade altamente correlacionada e diferente de outras redes cerebrais.

Aquela hiperligação estava, no entanto, ausente nos participantes bipolares.

Face ao observado, Sophia Frangou, autora sénior do estudo explicou que “a maioria dos fatores de risco para a doença bipolar, incluindo o risco genético, adversidades no início da infância e trauma não são modificáveis”.

“Para contrastar, este estudo demonstra que o cérebro pode modificar as suas ligações para ultrapassar a adversidade biológica. Isto dá-nos a esperança que possamos controlar este potencial natural do cérebro para desenvolver intervenções preventivas”, concluiu.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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ARSLVT aposta na moderniza√ß√£o dos cuidados de sa√ļde prim√°rios.

A Administra√ß√£o Regional de Sa√ļde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) e a C√Ęmara Municipal de Cascais (CMC) v√£o assinar, no dia 22 de agosto, √†s 15h30, no sal√£o nobre da CMC, um protocolo que visa modernizar os cuidados de sa√ļde prim√°rios no munic√≠pio.

A cerimónia contará com as presenças da Presidente da ARSLVT, Rosa Valente de Matos, e do Presidente da CMC, Carlos Carreiras.

O protocolo visa a constru√ß√£o e requalifica√ß√£o de v√°rias infraestruturas e equipamentos de Cuidados de Sa√ļde Prim√°rios do Concelho de Cascais at√© 2020, a saber:

  • Instala√ß√Ķes provis√≥rias para a Equipa de Tratamento (ET) da Parede, do Eixo Oeiras/Cascais do Centro de Respostas Integradas (CRI) de Lisboa Ocidental at√© a abertura do novo P√≥lo de Sa√ļde de Carcavelos;
  • Amplia√ß√£o da Unidade de Sa√ļde Familiar (USF) de Carcavelos at√© √† constru√ß√£o do novo p√≥lo de sa√ļde de Carcavelos;
  • Amplia√ß√£o do Centro de Sa√ļde de S. Domingos de Rana para a cria√ß√£o de uma nova USF;
  • Constru√ß√£o do novo P√≥lo de Sa√ļde de Carcavelos:
    • USF de Carcavelos;
    • ET da Parede, do Eixo Oeiras/Cascais do CRI de Lisboa Ocidental;
    • Servi√ßo de Pedopsiquiatria do Centro Hospitalar Lisboa Ocidental;
  • Constru√ß√£o da nova Unidade de Sa√ļde de Cascais.

 

A assinatura deste protocolo representa um importante passo para a melhoria dos servi√ßos prestados aos utentes, contribuindo assim para a moderniza√ß√£o das infraestruturas de sa√ļde e permitindo dar uma melhor e mais eficiente resposta aos cidad√£os do concelho de Cascais.

Este investimento conjunto permitir√° requalificar as condi√ß√Ķes de funcionamento das unidades de sa√ļde do concelho e aumentar a capacidade de atra√ß√£o de novos profissionais para o Agrupamento de Centros de Sa√ļde (ACES) de Cascais.

A ARSLVT, em parceria com a C√Ęmara Municipal de Cascais, d√°, assim, continuidade ao compromisso de melhorar a resposta assistencial √† popula√ß√£o. A miss√£o desta Institui√ß√£o passar por garantir, aos seus 3,6 milh√Ķes de utentes, o acesso √† presta√ß√£o de cuidados de sa√ļde de qualidade, adequando os recursos dispon√≠veis √†s necessidades em sa√ļde.

Visite:

Administra√ß√£o Regional de Sa√ļde de Lisboa e Vale do Tejo¬† ‚Äď http://www.arslvt.min-saude.pt/

Fonte original: SNS – Servi√ßo Nacional de Sa√ļde

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A Associa√ß√£o Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar (APDH) est√° a organizar a Confer√™ncia ‚ÄúIntegra√ß√£o de Cuidados e Literacia em Sa√ļde. Capacitar o Cidad√£o no SNS‚ÄĚ, em estreita colabora√ß√£o com o N√ļcleo de Apoio Estrat√©gico do Minist√©rio da Sa√ļde e o patroc√≠nio institucional da Dire√ß√£o-Geral da Sa√ļde, e em simult√Ęneo, a 11.¬™ edi√ß√£o do Pr√©mio de Boas Pr√°ticas em Sa√ļde, os quais v√£o decorrer nos dias 23 e 24 de novembro de 2017, na Escola Superior de Tecnologia da Sa√ļde de Lisboa – ESTeSL.

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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O Instituto de Higiene e Medicina Tropical (IHMT) da Universidade Nova de Lisboa informa que se encontram abertas as candidaturas aos Mestrados e Doutoramentos.
Fique a conhecer a oferta formativa para o Ano Letivo 2017/18:

Mestrados
Estat√≠stica para a Sa√ļde
Sa√ļde Tropical
Candidaturas:
2ª fase: 15 de agosto a 8 de setembro de 2017

Ciências Biomédicas
Parasitologia Médica
Sa√ļde P√ļblica e Desenvolvimento
Candidaturas:
3ª fase: 4 a 15 de setembro de 2017

Doutoramentos
Ciências Biomédicas
Doen√ßas Tropicais e Sa√ļde Global
Genética Humana e Doenças Infeciosas
Sa√ļde Internacional
Candidaturas:
2ª fase: 17 de julho a 31 de agosto de 2017
 
Saiba mais aqui.

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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O N√ļcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro organiza a Confer√™ncia ‚ÄúRisco Familiar de Cancro‚ÄĚ, no pr√≥ximo dia 22 de Setembro no Audit√≥rio 2 da Funda√ß√£o Calouste Gulbenkian, em Lisboa. 

As Inscri√ß√Ķes t√™m um pre√ßo reduzido at√© dia 31 de Agosto.

Para mais informa√ß√Ķes e inscri√ß√£o aceda  aqui

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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Um estudo de prova-de-conceito conseguiu curar ratinhos de tumores malignos e vacinar um ratinho contra o cancro.

Conduzido por uma equipa de investigadores da Universidade Duke, EUA, o estudo empregou um tratamento que combinou uma imunoterapia para o cancro recentemente aprovada nos EUA, com uma nanotecnologia que consiste em aquecer os tumores até estes serem queimados.

Os dois potentes tratamentos combinados foram mais eficazes do que usados isoladamente e atacaram também tumores malignos secundários e metástases em dois ratinhos, tendo um deles ficado imune à doença.

“O tratamento ideal para o cancro é não-invasivo, seguro e emprega múltiplas abordagens”, comentou Tuan Vo-Dinh, investigador neste estudo.

“Procuramos também ativar o próprio sistema imunitário do paciente para erradicar tumores de metástases residuais. Se conseguirmos criar uma imunidade anticancerígena de longa duração, teremos verdadeiramente uma cura”, explicou ainda.

Para o tratamento, a equipa usou uma tecnologia de “imunoterapia foto-térmica” que emprega laser e nanoestrelas de ouro para aquecer e destruir tumores em combinação com um fármaco de imunoterapia.

A terapia foto-térmica foi baseada no conceito que as nanopartículas acumulam-se preferencialmente nos tumores devido à sua vasculatura permeável.

As nanoestrelas desenvolvidas apresentam a vantagem de possuírem muitas extremidades pontiagudas, permitindo-lhes captarem a energia do laser com mais eficiência. Sendo assim, trabalham com menos exposição e a sua ação é mais eficaz no interior dos tecidos.

A equipa injetou ambas as pernas traseiras de ratinhos com células cancerígenas da bexiga. Após o crescimento dos tumores foram aplicados tratamentos, mas só numa das pernas dos roedores.

Os que não receberam tratamento e os que receberam apenas a fototerapia com as nanoestrelas de ouro morreram rapidamente devido ao cancro pois o tratamento não afetou o tumor na perna não tratada. Alguns ratinhos responderam bem só à imunoterapia, que tratou ambos os tumores, mas não sobreviveram mais de 49 dias.

No entanto, no grupo que recebeu ambos os tratamentos, dois em cinco ratinhos sobreviveram mais do que 55 dias. Um dos ratinhos continua vivo quase um ano depois, sem recipa. Um mês após o tratamento combinado o roedor foi injetado com células tumorais e o seu sistema imunitário conseguiu combater e destruir a doença, indicando um efeito de vacina no ratinho.

Estes resultados são muito encorajadores e os investigadores irão agora testar o conceito noutros cancros, também em ratinhos.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Regi√£o Centro conta com 46 vagas a partir de setembro.

A regi√£o Centro passar√° a dispor de cuidados continuados integrados em Sa√ļde Mental a partir de 1 de setembro, tendo sido assinados, no dia 18 de agosto, em Coimbra, os primeiros acordos para o funcionamento de 46 vagas.

A Administra√ß√£o Regional de Sa√ļde do Centro (ARSC) e o Centro Distrital de Coimbra da Seguran√ßa Social assinaram os contratos-programa com a Funda√ß√£o Beatriz Santos (Coimbra), para 30 vagas em unidade s√≥cio ocupacional e oito vagas na equipa de apoio domicili√°rio, e as restantes oito com a Associa√ß√£o Quinta das Pontes (Penela) para resid√™ncia de apoio moderado.

Estas institui√ß√Ķes v√£o funcionar integradas em projetos-piloto, representando um investimento superior a meio milh√£o de euros at√© final de 2018, referiu a ARSC, em comunicado.

A Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados na regi√£o Centro tem atualmente uma oferta de 2.308 camas destinadas a internamento e 826 vagas para apoio domicili√°rio, distribu√≠das por 66 equipas de cuidados continuados integrados, iniciando, a partir de setembro, o seu alargamento na √°rea da Sa√ļde Mental.

Visite:

Administra√ß√£o Regional de Sa√ļde do Centro ‚Äď http://www.arscentro.min-saude.pt/

Fonte original: SNS – Servi√ßo Nacional de Sa√ļde

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Um novo estudo demonstrou que o uso exagerado de antibióticos promove a redução de uma variedade de micróbios nos intestinos que interfere com a capacidade dos neutrófilos, um tipo de célula imunitária, de combater as doenças.

Conduzido por uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade da Virginia, EUA, o estudo teve como base tentar perceber o papel desempenhado pelo microbioma intestinal numa infeção parasitária potencialmente fatal e que é comum nos países em desenvolvimento, a amebic colitis.

Para o estudo, os investigadores recolheram e analisaram amostras fecais de crianças residentes nos bairros de lata de Dhaka, no Bangladesh.

Foi verificado que as crianças com infeções mais graves apresentavam uma menor persidade microbiana intestinal. Os investigadores lembraram que o uso de antibióticos está generalizado nos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, sendo que há crianças que aos dois anos de idade já terão tomado mais de 20 antibióticos.

Posteriormente, os investigadores conduziram ensaios clínicos em ratinhos para perceber de que forma é que o decréscimo no microbioma intestinal fazia piorar a doença.

Foi observado que os antibióticos interferem com o microbioma intestinal, fazendo diminuir a atividade dos neutrófilos, impedindo esto tipo de glóbulo branco de dar resposta quando necessário. Isto fez com que os intestinos ficassem desprotegidos, ou seja, os “guardas” não respondiam quando chamados para combater os invasores.

Adicionalmente, a barreira intestinal que protege contra as doenças ficou afetada, o que causou a redução de uma proteína celular que é vital para a eficácia daquela barreira.

“Os neutrófilos desempenham um papel importante como ‘resposta inata de primeira-linha’ quando os agentes patogénicos estranhos invadem”, disse Koji Watanabe que participou no estudo.

Perante os resultados, a equipa conclui que estes achados constituem mais uma importante razão para não usar antibióticos a não ser que sejam mesmo necessários.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Comiss√£o de √Čtica avalia¬†ensaios cl√≠nicos em Portugal.

Foram nomeados, atrav√©s de despacho publicado em Di√°rio da Rep√ļblica, novos¬†membros da Comiss√£o de √Čtica para a Investiga√ß√£o Cl√≠nica (CEIC), cuja principal miss√£o √© garantir a prote√ß√£o dos direitos, da seguran√ßa e do bem-estar dos participantes nos estudos cl√≠nicos, atrav√©s da emiss√£o de parecer √©tico sobre os protocolos de investiga√ß√£o que lhe s√£o submetidos.

A direção manteve-se, não havendo alteração neste novo mandato. Relativamente à Comissão Executiva da CEIC, os membros nomeados são: Alexandre Tiedtke Quintanilha, como Presidente; Maria Alexandra Fernandes Tavares Ribeiro, como Vice-Presidente; António Augusto Lourenço Confraria Jorge Silva; Ana Espada de Sousa; Helder Mota Filipe e Maria Dulce Ribeiro de Carvalho.

A investiga√ß√£o cient√≠fica, particularmente a de √≠ndole cl√≠nica, contribui de forma estrat√©gica para a melhoria da sa√ļde das popula√ß√Ķes e para o desempenho das unidades de sa√ļde. O atual Governo incluiu esta mat√©ria no seu programa de sa√ļde, considerando como prioridades, a melhoria da qualidade dos cuidados de sa√ļde, apoiando a investiga√ß√£o cient√≠fica nas suas v√°rias vertentes, incluindo a cl√≠nica.

Para saber mais, consulte:

INFARMED ‚Äď Not√≠cias

Comiss√£o de √Čtica para a Investiga√ß√£o Cl√≠nica ‚Ästhttp://www.ceic.pt/

Despacho n.¬ļ 6485/2017 ‚Äď Di√°rio da Rep√ļblica n.¬ļ 143/2017, S√©rie II de 2017-07-26
Sa√ļde ‚Äď Gabinete do Ministro
Designa os membros da Comiss√£o de √Čtica para a Investiga√ß√£o Cl√≠nica (CEIC), bem como os membros que constituem a respetiva comiss√£o executiva, com efeitos a 1 de julho de 2017

 

Fonte original: SNS – Servi√ßo Nacional de Sa√ļde