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Ministro da Sa√ļde na reuni√£o de acompanhamento do 1.¬ļ trimestre.

Todos os hospitais e unidades locais de sa√ļde (ULS) do Servi√ßo Nacional de Sa√ļde (SNS) reuniram-se, no dia 28 de abril, no Parque de Sa√ļde de Lisboa, com o Ministro da Sa√ļde, Adalberto Campos Fernandes, e com o Secret√°rio de Estado da Sa√ļde, Manuel Delgado, para mais uma reuni√£o de acompanhamento da sua atividade, agora relativa ao desempenho observado no primeiro trimestre de 2017.

A reuni√£o de trabalho serve para analisar o desempenho assistencial e econ√≥mico-financeiro das institui√ß√Ķes do SNS, valorizando os resultados positivos que foram alcan√ßados no primeiro trimestre deste ano e partilhando, entre as v√°rias institui√ß√Ķes, as diversas boas pr√°ticas de gest√£o que est√£o implementadas no SNS.

Al√©m da Administra√ß√£o Central do Sistema de Sa√ļde (ACSS), que organiza a reuni√£o, e dos respetivos hospitais e ULS, est√£o tamb√©m presentes as Administra√ß√Ķes Regionais de Sa√ļde, o INFARMED ‚Äď Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Sa√ļde, a SPMS ‚Äď Servi√ßos Partilhados do Minist√©rio da Sa√ļde e a Dire√ß√£o-Geral da Sa√ļde (DGS).

Para saber mais, consulte:

Administra√ß√£o Central do Sistema de Sa√ļde, IP > Newsletter ‚ÄúSNS Acesso ‚Äď Atividade Assistencial‚ÄĚ ‚Äď Dados do 1.¬ļ trimestre de 2015, 2016 e 2017

Fonte original: SNS – Servi√ßo Nacional de Sa√ļde

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Ap√≥s um ciclo de cinco anos em que foram premiadas apenas personalidades e institui√ß√Ķes internacionais, os Pr√©mios Gulbenkian voltam a incluir categorias em √°reas estrat√©gicas definidas pelo Conselho de Administra√ß√£o que correspondem √†s √°reas priorit√°rias em que a Funda√ß√£o vai intervir nos pr√≥ximos anos em Portugal: Coes√£o, Sustentabilidade e Conhecimento.

São atribuídos anualmente a pessoas singulares ou coletivas sem fins lucrativos, nas categorias de Direitos Humanos, Coesão, Sustentabilidade e Conhecimento.
O prémio destinado aos Direitos Humanos é internacional e tem um valor de 100 mil euros. Os restantes prémios destinam-se a candidaturas nacionais e têm um valor de 50 mil euros cada.

As candidaturas podem ser efetuadas at√© ao dia 31 de maio.

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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Reorganiza√ß√£o das ambul√Ęncias refor√ßa efic√°cia da emerg√™ncia.

Na sequ√™ncia do plano de reorganiza√ß√£o do hor√°rio de funcionamento de Ambul√Ęncias de Emerg√™ncia M√©dica (AEM) proposto pelo Instituto Nacional de Emerg√™ncia M√©dica (INEM), e n√£o podendo o INEM deixar de lamentar que o mesmo tenha sido colocado em discuss√£o p√ļblica em fase anterior √† sua conclus√£o efetiva, o INEM informa:

O plano de ajustamento de hor√°rios noturnos das ambul√Ęncias do INEM que tem vindo a ser analisado tem como objetivo aumentar a efic√°cia na gest√£o da emerg√™ncia m√©dica pr√©-hospitalar, responsabilidade do INEM.

Tratou-se sempre de equacionar medidas tempor√°rias que permitissem racionalizar a complementaridade existente entre as ambul√Ęncias do INEM e dos seus parceiros ‚Äď sobretudo Corpora√ß√Ķes de Bombeiros mas tamb√©m delega√ß√Ķes da Cruz Vermelha Portuguesa ‚Äď no Sistema Integrado de Emerg√™ncia M√©dica (SIEM), entidades com as quais o INEM tem estabelecido protocolos de colabora√ß√£o e de entreajuda e que constituem um recurso valioso na presta√ß√£o de cuidados de emerg√™ncia m√©dica √† popula√ß√£o, assegurando atualmente a maior parte da resposta do SIEM.

A este prop√≥sito, o INEM considera importante reafirmar que √© poss√≠vel manter uma resposta local de inquestion√°vel qualidade com a colabora√ß√£o dos parceiros do SIEM uma vez que o sistema de emerg√™ncia m√©dica funciona em ‚Äúrede‚ÄĚ de complementaridade entre os v√°rios meios de emerg√™ncia m√©dica colocados ao servi√ßo da popula√ß√£o. O INEM recorda, mais uma vez, que o SIEM, ou seja o sistema que d√° resposta √†s necessidades do cidad√£o em casos de acidente ou doen√ßa s√ļbita, √© composto por um conjunto muito alargado de meios de emerg√™ncia, encontrando-se ao servi√ßo das popula√ß√Ķes, atualmente, um total de 622 meios de emerg√™ncia:

  • 56 Ambul√Ęncias de Emerg√™ncia M√©dica do INEM
  • 316 Ambul√Ęncias do INEM em Corpora√ß√Ķes de Bombeiros (Protocolo ‚Äď Postos PEM)
  • 155 Ambul√Ęncias de Corpora√ß√Ķes de Bombeiros ou Delega√ß√Ķes da CVP que o INEM utiliza para resposta a emerg√™ncias m√©dicas (Protocolo ‚Äď Postos Reserva)
  • 8 Motociclos de Emerg√™ncia M√©dica
  • 39 Ambul√Ęncias de Suporte Imediato de Vida
  • 44 Viaturas M√©dicas de Emerg√™ncia e Reanima√ß√£o
  • 4 Helic√≥pteros de Emerg√™ncia M√©dica

 

Os reajustamentos equacionados inicialmente seriam apenas aplicados a 15 das 56 AEM do INEM, meios de emerg√™ncia tripulados por T√©cnicos de Emerg√™ncia Pr√©-Hospitalar (TEPH), e em locais onde a resposta a situa√ß√Ķes de emerg√™ncia m√©dica pr√©-hospitalar seria garantida, de forma eficiente, pelos parceiros do INEM. Ali√°s, os parceiros do INEM, designadamente as Corpora√ß√Ķes de Bombeiros e as delega√ß√Ķes da CVP,¬† asseguram j√°, com elevada qualidade e compet√™ncia, mais de 80% dos servi√ßos de emerg√™ncia m√©dica em todo o territ√≥rio de Portugal Continental.

Ontem, na sequ√™ncia de uma reuni√£o realizada no Minist√©rio da Sa√ļde com o Sindicato dos T√©cnicos de Emerg√™ncia Pr√©-Hospitalar (STEPH), o STEPH comprometeu-se a promover as disponibilidades dos profissionais TEPH do INEM para assegurar a operacionalidade dos turnos das AEM no per√≠odo noturno, disponibilidades estas que o INEM tinha vindo a deixar de receber e que motivaram de igual modo, a necessidade de elabora√ß√£o do plano de reajustamento dos hor√°rios das AEM.

Acresce que os pr√≥prios TEPH, nos √ļltimos dias, t√™m vindo a manifestar a sua disponibilidade para efetuar trabalho extraordin√°rio e assim tentarem garantir o funcionamento das ambul√Ęncias nos moldes atuais.

O INEM informa, assim, que não se verificará o encerramento de qualquer meio de emergência do Instituto.

O INEM aproveita para recordar que anunciou recentemente a abertura, at√© ao final de 2017, de mais 20 Ambul√Ęncias em Corpora√ß√Ķes de Bombeiros, completando assim a cobertura de todos os concelhos do pa√≠s com uma Ambul√Ęncia do INEM, e a abertura de mais 4 Ambul√Ęncias em concelhos onde j√° existe Ambul√Ęncia INEM mas considera-se importante refor√ßar a capacidade de resposta. O INEM anunciou ainda um plano para renova√ß√£o da sua frota a 5 anos que prev√™ a renova√ß√£o, ainda em 2017, de 41 Ambul√Ęncias.

O INEM possibilitar√° em 2017 que 24 novas ambul√Ęncias entrem ao servi√ßo, bem como a substitui√ß√£o de 41 Ambul√Ęncias, num total de 65 novos meios. O investimento estimado, a realizar pelo INEM durante 2017, √© de 3,5 milh√Ķes de euros.

O objetivo do INEM √©, e ser√° sempre, melhorar a capacidade de resposta a situa√ß√Ķes de emerg√™ncia m√©dica pr√©-hospitalar num sistema que por si s√≥, e como explicado, √© redundante, complementar e robusto. √Č preocupa√ß√£o fundamental do INEM, enquanto coordenador do Sistema Integrado de Emerg√™ncia M√©dica,¬† assegurar que a resposta a situa√ß√Ķes de acidente ou doen√ßa s√ļbita √© equitativa, uniforme e de qualidade para todos os cidad√£os residentes em territ√≥rio continental.

Sobre o INEM

O INEM √© o organismo do Minist√©rio da Sa√ļde respons√°vel por coordenar o funcionamento, no territ√≥rio de Portugal Continental, de um Sistema Integrado de Emerg√™ncia M√©dica, de forma a garantir aos sinistrados ou v√≠timas de doen√ßa s√ļbita a pronta e correta presta√ß√£o de cuidados de sa√ļde.

A presta√ß√£o de socorros no local da ocorr√™ncia, o transporte assistido das v√≠timas para o hospital adequado e a articula√ß√£o entre os v√°rios intervenientes do Sistema, s√£o as principais tarefas do INEM. Atrav√©s do N√ļmero Europeu de Emerg√™ncia ‚Äď 112, este Instituto disp√Ķe de m√ļltiplos meios para responder a situa√ß√Ķes de emerg√™ncia m√©dica.

Consulte:

INEM ‚Äď Comunicado

Fonte original: SNS – Servi√ßo Nacional de Sa√ļde

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Uma equipa de investigadores desenvolveu uma técnica que irá fazer acelerar substancialmente a pesquisa de novos tratamentos e cura para o cancro.

Desenvolvida pela Escola de Medicina da Universidade da Virginia, EUA, a nova técnica permitirá a um laboratório de pesquisa efetuar o trabalho de dezenas de laboratórios. Além dos benefícios para a investigação sobre o cancro, a técnica poderá ser também aplicada a outras doenças provocadas por mutações genéticas como a doença de Alzheimer.

A nova técnica permite aos investigadores analisar os efeitos das mutações genéticas a uma escala e rapidez nunca antes conseguidas, e a um custo muitíssimo inferior. Isto traduz-se em identificar o fármaco correto para a mutação genética específica do paciente em vez do fármaco correto para certa doença.

Compreender o efeito das mutações genéticas é normalmente um processo longo e frustrante. “Lida-se com um gene e uma mutação de cada vez. Agora, esperamos que se possa processar 40 ou 100 delas, simultaneamente”, explicou J. Julius Zhu, investigador principal neste estudo.

Para a nova técnica, a equipa usou um vírus do género do VIH para substituir genes por genes mutantes para que os cientistas conseguissem perceber os efeitos causados pela mutação. Este processo demorou vários anos.

“Mesmo com a tecnologia CRISPR [edição genética, do inglês “Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats”] que temos atualmente, custa muito dinheiro e demora muito tempo e a maioria dos laboratórios não a consegue fazer, sendo que queríamos desenvolver algo simples que todos os laboratórios pudessem fazer”, continua o investigador.

“Nenhuma outra abordagem é tão eficiente e rápida atualmente. Precisaríamos de 10 anos para fazer o que nos está a demorar três meses; assim, é uma escala totalmente diferente”, acrescenta.

J. Julius Zhu, adianta que “nenhum paciente deve receber o mesmo tratamento. De forma nenhuma. Nem mesmo se apresentarem a mesma síndrome, a mesma doença”. O especialista considera que cada paciente é diferente e tem que ser tratado de forma diferente.

A equipa já analisou cerca de 50 mutações do gene BRaf, as quais estão associadas a tumores e a uma doença neurológica conhecida como síndrome cardiofaciocutâneo. Este trabalho deu mais dados sobre o papel das mutações nas doenças.

“A justificação [de uns fármacos funcionarem com uns pacientes e outros não] é que não sabemos que fármacos vão funcionar com a mutação específica deles. Assim, isto seria verdadeiramente medicina de precisão: tem-se a mesma doença, a mesma síndrome, mas uma mutação diferente, sendo que se tem que usar fármacos diferentes”, concluiu o especialista.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

SIGA SNS

Posted by | April 28, 2017 | News

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Publicada portaria que regula o Sistema Integrado de Gest√£o do Acesso.

Foi publicada, em Di√°rio da Rep√ļblica, a Portaria n.¬ļ 147/2017, de 27 de abril, que regula o Sistema Integrado de Gest√£o do Acesso dos utentes ao Servi√ßo Nacional de Sa√ļde (SIGA SNS).

De acordo com o diploma, o SIGA SNS consiste num sistema de acompanhamento, controlo e disponibiliza√ß√£o de informa√ß√£o integrada, destinado a permitir um conhecimento transversal e global sobre o acesso √† rede de presta√ß√£o de cuidados de sa√ļde no Servi√ßo Nacional de Sa√ļde (SNS), e a contribuir para assegurar a continuidade desses cuidados e uma resposta equitativa e atempada aos utentes.

Com este sistema vai ser poss√≠vel recolher informa√ß√£o de gest√£o, obtida a partir de dados anonimizados, permitindo uma vis√£o hol√≠stica do percurso dos utentes no SNS e a determina√ß√£o de tempos de resposta globais e transversais √†s institui√ß√Ķes do SNS envolvidas no processo de presta√ß√£o de cuidados de sa√ļde. O SIGA SNS permite, tamb√©m, a simplifica√ß√£o de procedimentos administrativos, nomeadamente relativos ao acesso dos utentes √†s institui√ß√Ķes do SNS e uma tomada de decis√£o mais informada.

Este sistema encontra-se organizado nas seguintes componentes:

  • SIGA para cuidados de sa√ļde prim√°rios;
  • SIGA para primeira consulta hospitalar;
  • SIGA para cuidados de sa√ļde hospitalares (inclui o Sistema Integrado de Gest√£o de Inscritos para Cirurgia);
  • SIGA para realiza√ß√£o de Meios Complementares de Diagn√≥stico e Terap√™utica;
  • SIGA para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados;
  • SIGA para a rede de urg√™ncia.

 

O diploma define ainda os direitos e deveres do utente e específica o modelo de organização do SIGA SNS, que será assente numa estrutura de três níveis: central, regional e local.

Consulte:

Portaria n.¬ļ 147/2017 ‚Äď Di√°rio da Rep√ļblica n.¬ļ 82/2017, S√©rie I de 2017-04-27
Regula o Sistema Integrado de Gest√£o do Acesso dos utentes ao Servi√ßo Nacional de Sa√ļde (SIGA SNS)

Fonte original: SNS – Servi√ßo Nacional de Sa√ļde

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Plano de Conting√™ncia Sa√ļde Sazonal ‚Äď M√≥dulo Ver√£o

Fonte Original: Dire√ß√£o-Geral de Sa√ļde

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Um novo estudo indicou que afinal o facto de a gordura saturada bloquear as artérias não passa de um mito.

O estudo, conduzido em colaboração, por uma equipa de cardiologistas do Hospital Lister, Inglaterra, e investigadores da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia-São Francisco, EUA, do Hospital Universitário de Genebra, Suíça e University College London, Inglaterra, indica que o “modelo concetual em que a gordura alimentar saturada origina o entupimento de um cano é perfeitamente errado”.

Segundo a equipa, que citou persos estudos que não conseguiram demonstrar uma associação entre o consumo de gorduras saturadas e um maior risco de doenças cardiovasculares, a atual abordagem de gerir as doenças cardiovasculares evoca a prática da canalização.

No entanto, a noção de melhorar uma doença através do “desbloqueio de um cano” falhou em vários ensaios clínicos. Os ensaios clínicos demonstraram que a inserção de um stent para dilatar as artérias não fez reduzir o risco de enfarte agudo de miocárdio ou de morte.

“É altura de desviar a mensagem de saúde pública na prevenção e tratamento da doença das artérias coronárias de medir lípidos séricos e reduzir a gordura saturada na alimentação”, defendem os autores. Em vez disso, os investigadores chamam a atenção para a importância de se comer “comida verdadeira”, praticar exercício físico, como caminhada rápida, e minimizar o stress.

A equipa acrescenta ainda que quem sofre de doença das artérias coronárias irá ter resultados positivos se adotar uma alimentação do estilo mediterrânico, que é abundante em compostos anti-inflamatórios que se encontram no azeite virgem, peixe gordo, legumes e frutos de casca rija.

A equipa conclui que “combinar uma abordagem de estilo de vida completo feito de uma dieta saudável, movimentação regular e de redução de stress irá melhorar a qualidade de vida. Reduzir a mortalidade cardiovascular e de todas as causas”.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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Governo aprova candidatura portuguesa a sede da EMA.

O Governo aprovou, em Conselho de Ministros, no dia 27 de abril, a candidatura de Portugal a sede da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), que se pretende fique instalada em Lisboa.

A saída do Reino Unido da União Europeia (UE) determina a relocalização das agências europeias sediadas em Londres, entre as quais a EMA, uma das maiores e mais importantes.

A agência tem como missão promover a excelência científica na avaliação, supervisão e monitorização da segurança dos medicamentos cuja utilização se destine à UE e Espaço Económico Europeu, trabalhando em conjunto com cerca de 50 autoridades nacionais do medicamento.

A presen√ßa da EMA √© um fator de prest√≠gio para o pa√≠s que a acolhe e tende a atuar como polo de atra√ß√£o da presen√ßa da ind√ļstria farmac√™utica, potenciando, em particular, as √°reas de investiga√ß√£o e desenvolvimento e os ensaios cl√≠nicos.

√Ä semelhan√ßa do que acontece noutros pa√≠ses, o objetivo de Portugal de vir a acolher a ag√™ncia determina a cria√ß√£o de uma Comiss√£o de Candidatura Nacional (CCN). Esta ser√° o suporte institucional para a organiza√ß√£o e promo√ß√£o da candidatura, atrav√©s do estabelecimento de orienta√ß√Ķes, defini√ß√£o de estrat√©gia, planeamento e determina√ß√£o de meios e a√ß√Ķes a desenvolver. A CCN assegurar√° ainda uma transi√ß√£o eficiente da ag√™ncia para Lisboa, de modo que n√£o existam impactos negativos na atividade, essencial √† sa√ļde p√ļblica europeia.

Lisboa re√ļne as condi√ß√Ķes adequadas para acolher uma ag√™ncia com o perfil da EMA, tendo nomeadamente uma excelente localiza√ß√£o geogr√°fica, com boas acessibilidades, incluindo a√©reas, e capacidade hoteleira instalada. √Č uma cidade moderna, cosmopolita e dotada de excelentes infraestruturas de transporte, comunica√ß√£o, educa√ß√£o de n√≠vel e perfil internacionais e habita√ß√£o, condizentes com os mais elevados padr√Ķes de vida europeus, a par de um contexto econ√≥mico competitivo.

Portugal tem tamb√©m as capacidades t√©cnicas e cient√≠ficas para acolher a EMA, sendo que o INFARMED ‚Äď Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Sa√ļde, IP, tem hoje uma posi√ß√£o cimeira no √Ęmbito dos procedimentos de avalia√ß√£o de medicamentos e na coordena√ß√£o de comit√©s e grupos de trabalho da EMA.

O País tem estado empenhado, desde a sua adesão, no sistema europeu do medicamento, tendo o acordo político que levou à criação da Agência Europeia de Medicamentos sido alcançado em Lisboa, durante a primeira Presidência Portuguesa da União Europeia, em 1992. A cidade foi, nessa altura, candidata a acolher a agência, tendo ficado na shortlist final.

Portugal acolhe neste momento a Ag√™ncia Europeia da Seguran√ßa Mar√≠tima e o Observat√≥rio Europeu da Droga e da Toxicodepend√™ncia, sendo este √ļltimo, dentro das ag√™ncias europeias, um dos principais parceiros da EMA.

Para saber mais, consulte:

Portal do Governo > Comunicado do Conselho de Ministros de 27 de abril de 2017

Fonte original: SNS – Servi√ßo Nacional de Sa√ļde

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Uma equipa de investigadores descobriu que o consumo diário de café expresso faz reduzir o risco de cancro da próstata.

O estudo conduzido por uma equipa de investigadores liderada por George Pounis do I.R.C.C.S. Instituto Neurológico Mediterrânico Neuromed, em colaboração com o Instituto Nacional Italiano de Saúde e o I.R.C.C.S Instituto Dermopatico dell'Immacolata de Roma, Itália, demonstrou que o café expresso, especificamente a cafeína, tem uma ação antitumoral.

Os investigadores contaram com a participação de 7.000 homens, residentes na parte central de Itália, e que tinham entrado no estudo epidemiológico Moli-sani, e que foram observados durante um período de quatro anos.

Foi observado que após a análise dos hábitos de consumo de café dos participantes, e comparando-os com a incidência de casos de cancro da próstata, os homens que consumiam mais de três chávenas de café expresso por dia apresentavam uma redução total no risco da doença de 53%.

A equipa decidiu confirmar os achados com ensaios laboratoriais. Para o efeito, testaram a ação de extratos de café em células de cancro da próstata. Foi verificado que os extratos que continham cafeína reduziam a proliferação das células cancerígenas de forma significativa, bem como a capacidade de metastização do cancro.

Por outro lado, os mesmos efeitos benéficos sobre as células cancerígenas não foram observados com os extratos sem cafeína.

Segundo Maria Benedetta Donati, investigadora neste estudo, concluiu que a observação das células cancerígenas permite concluir que o efeito benéfico observado entre os 7.000 participantes se deve muito provavelmente à cafeína e não a outras substâncias presentes no café.

Licia Iacoviello ressalva, no entanto, que este estudo foi conduzido no centro de Itália, onde o café é rigorosamente preparado ao estilo italiano: sem filtros, alta pressão e água a temperatura muito elevada. Este método que é diferente de outros em outras partes do mundo, poderá promover uma maior concentração de substâncias bioativas.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

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INFARMED avalia diagnóstico e tratamento do défice de vitamina D.

O INFARMED ‚Äď Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Sa√ļde, IP, em colabora√ß√£o com a com a Direc√ß√£o-Geral da Sa√ļde (DGS) e o Instituto Ricardo Jorge, est√° a averiguar as raz√Ķes associadas ao aumento anormal da utiliza√ß√£o de medicamentos contendo Vitamina D.

De acordo com o comunicado do INFARMED, divulgado no dia 26 de abril, será efetuada uma avaliação firme e rigorosa que incidirá sobre três vertentes fundamentais:

  • As metodologias utilizadas na determina√ß√£o dos n√≠veis sangu√≠neos de vitamina D;
  • A racionalidade cl√≠nica na prescri√ß√£o de medicamentos com vitamina D
  • As pr√°ticas promocionais daqueles medicamentos por parte das empresas farmac√™uticas.

Apesar de os valores, s√≥ por si, n√£o permitirem concluir que h√° um sobretratamento do d√©fice de Vitamina D, houve uma duplica√ß√£o dos encargos entre 2015 e 2016, valor esse que quintuplica em dois anos, passando de 1,1 milh√Ķes de euros para 5,7 milh√Ķes, incluindo medicamentos com e sem comparticipa√ß√£o.

O INFARMED alerta que os medicamentos com vitamina D, como qualquer medicamento, não são isentos de efeitos adversos e só devem ser utilizados quando há indicação clínica.

 

Para saber mais, consulte:

Fonte original: SNS – Servi√ßo Nacional de Sa√ļde