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Kate Cowhig √©, ela pr√≥pria, uma enfermeira, registada como Enfermeira Especialista e Enfermeira Geral, no Hospital de St James, em Dublin, a Rep√ļblica da Irlanda. Trabalhou no Hospital Ibn Al-Bitar (Parc Group), em Bagdad, no Iraque, e como Enfermeira no servi√ßo de Cuidados intensivos, em Nova York, nos Estados Unidos.

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Marco Costa, 31 anos, embora natural de Vale de Cambra, estudou, vive e trabalha em Viseu h√° cerca de 12 anos. √Č licenciado em Marketing pela Escola Superior de Tecnologia e Gest√£o de Viseu. Teve experi√™ncias anteriores nas √°reas de marketing e das novas tecnologias de informa√ß√£o at√© ter surgido em 2010 a oportunidade de iniciar a colabora√ß√£o com a Moving People no recrutamento internacional de profissionais de sa√ļde. Gosta de desporto e de m√ļsica.

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Entrevistamos a Ana Ribeiro do Transcrit√≥rio. Empresa que veio revolucionar esta √°rea com a introdu√ß√£o de packs low-cost padronizados para profissionais de sa√ļde que t√™m inten√ß√£o de ter uma carreira profissional fora de Portugal.

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Ser enfermeiro começa por ser uma opção, muitas vezes irreflectida, outras considerada uma vocação, ou simplesmente o resultado de várias ontingências a ponderar no momento de decidir um futuro e uma carreira.

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Sou o Andr√© Leite, 39 anos, engenheiro, ex-consultor de Gest√£o de Empresas e de Organiza√ß√Ķes Sociais, especializado em Gerontologia, Bioengenharia e Tecnologias de Apoio, co-fundador e dirigente de duas IPSSs. Fa√ßo Bodyboard, desportos de ondas e adoro viajar.

Emprego Sa√ļde – Quando e como come√ßou a trabalhar na √°rea de recrutamento?

André Leite РNo ano de 2005.

Emprego Sa√ļde – Qual o atrativo e as dificuldades deste trabalho? Qual tem sido o posicionamento da sua empresa neste mercado?

Andr√© Leite – √Č motivador e gratificante fazer a ponte entre a oferta e a procura, satisfazendo as necessidades e as aspira√ß√Ķes tanto do empregador como do candidato. No nosso caso, atendendo ao crescente mercado na √°rea da sa√ļde no M√©dio Oriente, em particular nos pa√≠ses √°rabes do golfo p√©rsico (GCC), as dificuldades est√£o normalmente relacionadas com os elevados n√≠veis de exig√™ncia dos Hospitais empregadores que procuram profissionais altamente qualificados, com experi√™ncia em ambiente hospitalar e flu√™ncia em ingl√™s. Acrescem as dificuldades em satisfazer as expectativas dos candidatos, que ter√£o de ser seleccionados com o perfil e a motiva√ß√£o adequados ao exigente desafio profissional nessa √°rea geogr√°fica.

Emprego Sa√ļde – Quais s√£o as oportunidades e amea√ßas neste momento para um profissional de sa√ļde que queira migrar?

Andr√© Leite – S√£o grandes as oportunidades e os benef√≠cios, nomeadamente, a valoriza√ß√£o curricular e pessoal, a multiculturalidade aliada √† significativa melhoria econ√≥mica. H√° sempre que ter em aten√ß√£o as diferen√ßas culturais, que imp√Ķem uma cuidada adapta√ß√£o a diferentes m√©todos de trabalho. Apesar disso, √© evidente que uma experi√™ncia laboral no estrangeiro valoriza sempre os profissionais.

Emprego Sa√ļde – o Reino Unido tem sido um destino de elei√ß√£o para profissionais portugueses. Que raz√Ķes est√£o na base dessa escolha? Que feedback obt√©m dos candidatos colocados e dos empregadores?

Andr√© Leite – O Reino Unido tem vantagens, em especial, pela proximidade geogr√°fica com Portugal face a outros pa√≠ses. √Č mais f√°cil um enfermeiro rec√©m-licenciado obter coloca√ß√£o comparativamente com outros pa√≠ses que procuram habitualmente profissionais com, pelo menos dois anos de experi√™ncia. A reputa√ß√£o dos enfermeiros portugueses no Reino Unido √© muito boa. No entanto os benef√≠cios salariais s√£o muito superiores no M√©dio Oriente, onde a retribui√ß√£o √© isenta de impostos e as despesas com alojamento s√£o suportadas pelos empregadores. Diferentemente, o Reino Unido √© excelente para um rec√©m licenciado ganhar experi√™ncia, mas com o elevado custo de vida, incluindo os impostos, √© mais dif√≠cil poupar os rendimentos ao fim de um ano de trabalho.

Emprego Sa√ļde – como est√° a evoluir o mercado de recrutamento e mobilidade internacional? Que outros destinos poder√£o ser interessantes a n√≠vel profissional e pessoal?

Andr√© Leite – O mercado internacional √© muito din√Ęmico. Actualmente o pa√≠s com maior crescimento na √°rea hospitalar √© a Ar√°bia Saudita pela forte aposta do Governo na sa√ļde. Tem um plano para os pr√≥ximos 10 anos de constru√ß√£o de mais 150 hospitais, al√©m dos muitos em funcionamento (actualmente tem 10 vezes mais hospitais certificados pela JCI do que Portugal). Existem tamb√©m alguns pa√≠ses que come√ßaram a recrutar profissionais portugueses qualificados, como a Noruega, bem como outros pa√≠ses como a B√©lgica, Fran√ßa e Alemanha. H√° tamb√©m excelentes unidades hospitalares, j√° alguns com portugueses, na √ćndia e na Tail√Ęndia.

Emprego Sa√ļde – quais os pormenores que um candidato que procure emprego fora de Portugal n√£o pode descurar?

Andr√© Leite – O meu primeiro conselho √© que os candidatos deem prefer√™ncia a ofertas de emprego promovidas por entidades cred√≠veis e especializadas, como sejam o Emprego Sa√ļde, atrav√©s de ag√™ncias portuguesas de recrutamento especializadas para os pa√≠ses onde desejam emigrar. Com uma ag√™ncia portuguesa de recrutamento, o candidato ter√° maior facilidade em comunicar e esclarecer as suas d√ļvidas. Al√©m disso, uma ag√™ncia portuguesa especializada na coloca√ß√£o de portugueses no estrangeiro dar√° sempre prefer√™ncia a portugueses ao contr√°rio das ag√™ncias estrangeiras. No meu caso, dou sempre prefer√™ncia aos profissionais portugueses, pugnando pelos melhores benef√≠cios e por tratamento igual a outros pa√≠ses europeus com boa reputa√ß√£o profissional. Recomendo tamb√©m aos candidatos que se informem bem sobre o pa√≠s para onde desejam emigrar, sendo que, actualmente, com o GOOGLE, √© f√°cil obter essa informa√ß√£o.

Emprego Sa√ļde – Que conselho daria a um jovem que est√° no √ļltimo ano do curso de forma√ß√£o de base?

Andr√© Leite – Em primeiro lugar, deve manter a esperan√ßa e o optimismo. Apesar das conhecidas dificuldades de emprego, v√£o surgindo algumas oportunidades, que n√£o devem ser descuradas. Para quem gosta de desafios aliciantes, o ‚Äúmundo √© cada vez mais pequeno‚ÄĚ, pelo que recomendo vivamente uma experi√™ncia profissional no estrangeiro, ainda que de curta dura√ß√£o. √Č essencial a forma√ß√£o em ingl√™s, sem preju√≠zo da experi√™ncia profissional em ambiente hospitalar nos primeiros dois anos, de prefer√™ncia, em Portugal, ou no estrangeiro.

Emprego Sa√ļde – Que hist√≥ria recorda com mais satisfa√ß√£o no seu percurso como profissionais e recursos humanos?

André Leite РO que me deu mais prazer foi promover Portugal numa cidade do interior da Arábia Saudita que tinha fortes necessidades na área da Neurocirurgia e Cardiologia. Graças à qualidade e ao esforço dos profissionais portugueses, foram criados dois novos serviços de Neurocirurgia e Cardiologia de Intervenção de referência nacional, que elevaram o prestígio de Portugal e dos profissionais portugueses. Este facto motivou empresários e investidores sauditas dessa pequena cidade do interior, que mal conheciam Portugal, a investir em Portugal, nomeadamente, nas áreas da Hotelaria, Imobiliária, Turismo e Agricultura. Estas sinergias deram-me enorme satisfação, bem como a profunda admiração que esta pequena cidade passou a ter pelos portugueses.

Sou a Mónica, tenho 26 anos. Sou natural de Castelo de Paiva, fui militar no Exército Português durante 6 anos e licenciei-me pela Escola Superior de Enfermagem de Lisboa.

Nunca sonhei ser Enfermeira, mas sempre admirei o trabalho dos Enfermeiros, o muito que fazem e a pouca visibilidade que têm, não trabalham para serem reconhecidos, mas para fazerem a diferença…

Angola n√£o surgiu espontaneamente, eu enviei curr√≠culos propositadamente para toda a √Āfrica recusei propostas para a B√©lgica, Alemanha e Inglaterra‚Ķ Quando me fizerem a proposta aceitei sem pestanejar‚Ķ Porqu√™ Angola?! Porque para mim s√≥ faria sentido fazer o sacrif√≠cio de abandonar o meu pa√≠s se fosse para estar num local onde as pessoas sabem bem o que √© sacrif√≠cio e onde a minha saudade ou a m√°goa de abandonar o meu pa√≠s era pouco comparado ao muito que eu podia fazer por aquelas pessoas, as que sabiam muito antes de sa√≠rem do ventre o que √© dor e sofrimento.

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Chamo-me David Oliveira, tenho 24 anos e nasci em Coimbra. Conclui a licenciatura em Enfermagem em 2011 pela Escola Superior de Enfermagem de Coimbra.

Enfermagem nem sempre foi o meu sonho como profissão, mas por volta dos 15 anos, por incentivo da minha mãe e pelo fato de ter enfermeiros na familia comecei a ganhar o gosto pela profissão. E com o avançar do tempo fui ganhando a curiosidade para perceber a fisiologia do corpo humano, os estados patológicos e formas de tratamento dos mesmos  e, mais tarde, com a iniciação do curso de enfermagem tive a certeza que era este o meu caminho.

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