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Chamo-me David Oliveira, tenho 24 anos e nasci em Coimbra. Conclui a licenciatura em Enfermagem em 2011 pela Escola Superior de Enfermagem de Coimbra.

Enfermagem nem sempre foi o meu sonho como profissão, mas por volta dos 15 anos, por incentivo da minha mãe e pelo fato de ter enfermeiros na familia comecei a ganhar o gosto pela profissão. E com o avançar do tempo fui ganhando a curiosidade para perceber a fisiologia do corpo humano, os estados patológicos e formas de tratamento dos mesmos  e, mais tarde, com a iniciação do curso de enfermagem tive a certeza que era este o meu caminho.

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Veríssimo Gil Miranda da Silva, 25 anos, natural de Ribeirão, residente em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga. Alegre, divertido, altruísta por natureza, estou consciente da necessidade do bem estar de todos, por isso escolhi Enfermagem como profissão.

Atualmente, dadas as circunst√Ęncias¬†econ√≥mico/politico/sociais em Portugal emigrei para Inglaterra. Sou enfermeiro em Londres, no Reino Unido, desde Abril de¬†2012, ap√≥s quatro anos de licenciatura na Escola Superior de Enfermagem na Universidade do Minho em Braga.

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O meu nome √© Ricardo Silva, e perten√ßo √† gera√ß√£o de 1988. Nascido no Ribatejo, em Santar√©m, local onde me formei enquanto enfermeiro. Decis√£o esta tendo em conta as potencialidades da classe como um bem de primeira necessidade, n√£o s√≥ em Portugal, como por todo o mundo. Sou lutador, orgulhoso e planeador. Gosto de pensar no futuro, e questionar-me sobre todas as op√ß√Ķes envolventes.

Sou enfermeiro por adorar o relacionamento humano conjugado com a doen√ßa. Feito isto, sou emigrante desde os meus 23 anos, enfermeiro de cuidados intensivos 6 meses depois. Exer√ßo fun√ß√Ķes no primeiro hospital p√ļblico brit√Ęnico com 100% de quartos privados, em Royal Tunbridge Wells, Inglaterra.

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Sou a Rita h√° 30 anos, que √© Fisioterapeuta h√° 9 e que se move pelas suas vontades, determina√ß√Ķes, impulsos, pelos seus sonhos e acima de tudo pelo que a vida a faz sentir, desde que se conhece como gente.

Trabalhava há 6 anos como Fisioterapeuta num Centro de Neuroreabilitação no sul do pais quando fui inesperadamente, a meio de um corredor, intersetada pelo Luís, um ex-colega de trabalho (que no momento estava em Angola) e que ali assim, de animo leve, no meio de um treino de marcha com uma pessoa, me convidava a embarcar num novo projecto, a experimentar um novo desafio, a ser sua parceira numa nova aventura: ser docente ao curso de Reabilitação Física e Psico Social na Universidade Metodista de Angola.

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O meu nome √© Leila Rasc√£o, sou natural de Sion (Su√≠√ßa), onde completei o 5¬ļ ano de escolaridade. No entanto, cresci no Algarve, em Albufeira.

Sempre fui boa aluna, muito atenta nas aulas e a atrac√ß√£o pela √°rea da sa√ļde esteve sempre presente.

Desde que me conheço que assistia apaixonadamente a tudo o que dizia respeito aos serviços de urgência na televisão. Penso ter herdados alguns genes da minha avó paterna que foi enfermeira durante 41 anos, hoje reformada.

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√Āgata Pedrosa, 25 anos. Nascida na Marinha Grande, distrito de Leiria. Sou determinada e corajosa mas tamb√©m consigo ser insegura e muito medrosa. Sou uma pessoa muito sentimentalista mas bastante divertida. Sempre tive o sonho de vir a ser enfermeira e fui incentivada pelo desejo que o meu pai tinha de o ter sido um dia tamb√©m. Terminei a minha licenciatura na Escola Superior de Sa√ļde de Leiria em Julho de 2013 e em Setembro tomei rumo a Irlanda do Norte, mais precisamente Donaghadee onde me encontro a exercer a profiss√£o. Aos 25 anos considero me realizada e feliz com a decis√£o de deixar Portugal devido aos problemas socioecon√≥micos que este se encontra a viver neste momento.

√Āgata, quando iniciaste a tua licenciatura em Enfermagem, j√° perspetivavas seguir uma carreira fora do pa√≠s?

Sim, frequentei o curso de enfermagem em Leiria durante 4 anos. Quando iniciei a licenciatura em enfermagem, tive esperan√ßa de conseguir trabalho em Portugal, mas a partir do 2¬ļ ano percebi que n√£o ia ser f√°cil e comecei a pensar em alternativas, como trabalhar fora do pa√≠s. Ideia assustadora inicialmente, mas que se foi tornando forte com o passar do tempo, sobretudo ap√≥s receber a visita da empresa Four Seasons Health Care, para a qual trabalho, para apresenta√ß√£o da mesma e ter-me atirado de cabe√ßa numa entrevista com os mesmos.

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testemunhos

Os profissionais de Sa√ļde Portugueses s√£o cada vez mais procurados na Europa e resto do Mundo.

Nós queremos partilhar as vossas histórias de perseverança e sucesso!

Adoramos as vossas histórias!

Envie-nos a sua para geral@empregosaude.pt

catiaC√°tia Medeiros √© uma enfermeira de 24 anos natural da ilha de S√£o Miguel, A√ßores. Licenciada em 2011 pela Escola Superior de Enfermagem de Ponta Delgada, Universidade dos A√ßores. Tem como principais hobbies ler e ouvir m√ļsica. Considera-se uma pessoa persistente e independente, caracter√≠sticas que considera determinantes na sua decis√£o de emigrar. Decidiu ser Enfermeira pois considera que a profiss√£o engloba aquilo que mais gosta: a parte humana e a parte cient√≠fica do ser enfermeiro. Chegou a Inglaterra em Julho de 2012, onde trabalha como enfermeira de recobro na cidade de High Wycombe, Buckinghamshire.

C√°tia, porque a Inglaterra?

Apesar de ter encontrado trabalho em Portugal como enfermeira, decidi que emigrar seria a melhor op√ß√£o para mim. As minhas pesquisas come√ßaram por Inglaterra, dado a facilidade com a l√≠ngua. Durante alguns meses as √ļnicas propostas para Inglaterra relacionavam-se com lares, continuei a pesquisar e cheguei a ponderar a ida para a B√©lgica. Finalmente a oportunidade de trabalhar num hospital p√ļblico ingl√™s surgiu e a decis√£o final foi tomada.

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cat_oliv1Catarina Oliveira. 24 anos de vida. Venho da terra que viu o galo cantar, Barcelos, mas foi em Famalic√£o, na Escola Superior de Sa√ļde do Vale do Ave, que me formei como enfermeira. E porqu√™ enfermeira? Tinha eu quinze anos quando a minha m√£e me dizia: ‚ÄúVai trocar ali a fralda √† tua tia‚Ķ Muda a posi√ß√£o √† tua avo‚Ä̂Ķ E como estes, tantos outros pedidos que eu fazia com todo o amor. Comecei a desenvolver o CUIDAR de tios e av√≥s, que tanto me formaram como pessoa e disse a mim mesma: ‚ÄúUm dia hei-de ser Enfermeira‚ÄĚ. E assim foi.

Venho de uma enorme fam√≠lia, humilde, que lutou para ter o que tem e ser aquilo que √©. E isso, reflete-se enormemente na pessoa que sou hoje. Tive uma educa√ß√£o centrada no ‚Äúfaz aos outros o que gostavas que te fizessem a ti‚ÄĚ, e tenho a bondade do meu av√ī presente em cada gesto da minha vida. Sou humana. Muito. Dou imenso daquilo que sou aos que se cruzam na minha vida. Sou din√Ęmica, observadora e diria que um pouco perfecionista. Quero sempre dar o meu melhor. Ambiciosa tamb√©m. Chatinha por vezes, mas como diria a minha avozinha ‚Äúum amor de pessoa‚ÄĚ. Durante estes vinte e quatro anos de vida pertenci a imensos grupos: escuteiros, catequese, ac√≥litos, futebol, voluntariado, campos de f√©rias‚Ķ Tinha a minha vida ocupada a 200%… Mas era imensamente feliz nesse dispensar de energia, de tempo‚Ķ Ganhei imensa bagagem como pessoa. Conheci imensas pessoas. Vivi variadas experi√™ncias. E tornei-me numa pessoa ‚Äúapta a tudo‚ÄĚ. E esta aptid√£o fez-me, aos vinte e dois anos, partir com uma mala de 20Kg, o meu primeiro bilhete de avi√£o e o destino Paris, sem ter qualquer tipo de proposta de trabalho. Tinha apenas o desejo de vingar no meio destes avec‚Äôs, como lhes chamava, a ambi√ß√£o de me superar a mim mesma, num enorme desafio que seria: Procurar emprego numa das capitais europeias, e posto isso, VIVER numa capital como Paris. Superei-me‚Ķ Como tantos milhares (milh√Ķes?) de portugueses se superam em emigra√ß√£o.

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O meu nome √© Cristiana, tenho 24 anos, sou natural do Porto, licenciei-me na Escola Superior de Sa√ļde da Universidade de Aveiro, em 2011, e trabalhei como enfermeira em regime de presta√ß√£o de servi√ßos, numa unidade de cuidados continuados, em Gaia. Atualmente, vivo e trabalho em Inglaterra, no condado de Berkshire.

Defino-me como uma pessoa independente, introvertida, mas muito comunicativa. Aventureira? Talvez. Gosto especialmente de viajar e observar os espa√ßos e as pessoas que os fazem, como constroem o seu ambiente e como o preservam no seu estilo de vida. Gosto de aprender e reaprender o mundo, na sua unicidade m√ļltipla quotidiana. Gosto de experimentar.

Gosto de cuidar, de atentar aos pormenores, de partilhar as vidas e viv√™ncias de cada um que conhe√ßo e julgo que foi neste contexto que desde pequena desejo ser enfermeira. E escrevo o verbo no presente, porque acredito que ser enfermeira, assumir o papel de enfermeira, requer uma constru√ß√£o di√°ria. Nunca me imaginei a exercer qualquer outra profiss√£o, embora nos √ļltimos tempos, essa tenha sido uma quest√£o que venho colocando, na medida em que exercer Enfermagem √© um desafio e risco constante, e no entanto, sinto que nem sempre se √© devidamente recompensado, em termos de condi√ß√Ķes laborais (oh, o eterno problema do sal√°rio ‚Ķ).

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