Raio:
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Entrevista para o Emprego Sa√ļde por:¬†
Mónica Sousa
Administradora do grupo do facebook
Grupo Enfermeiros em Portugal e no Mundo

Quest√Ķes baseadas no artigo de In√™s Almeida
Filipa Mendonça, na rota da diáspora da enfermagem


C√°tia Ferreira. 24 anos. Nascida em Baltar, distrito do Porto. Defino-me como Teimosa, faladora quanto baste, divertida e apaixonada por viagens. Durante anos quis ser jornalista, mas aos 18 anos ao ter o meu primeiro contacto com o meio hospitalar, e ao visualizar a capacidade de trabalho de uma equipa que d√° 100% todos os dias para o bem-estar do outro, decidi ser enfermeira, profiss√£o que exer√ßo em Anderlecht, Bruxelas h√° um ano, ap√≥s quatro anos de licenciatura na Escola Superior de Sa√ļde do Instituto Polit√©cnico de Leiria. Aos 24 anos considero me realizada e feliz com a decis√£o de deixar Portugal.

Cátia, quando iniciaste a tua licenciatura em Enfermagem, já perspectivavas seguir uma carreira fora do país?

Sim, frequentei o curso de enfermagem em Leiria durante 4 anos.¬†Quando iniciei a licenciatura em enfermagem, tive esperan√ßa de conseguir trabalho em Portugal, mas a partir do 3¬ļ ano percebi que n√£o ia ser f√°cil e comecei a pensar em alternativas, como trabalhar fora do pa√≠s. Ideia assustadora inicialmente, mas que se foi tornando forte com o passar do tempo, sobretudo depois de realizar Erasmus em Espanha durante 3 meses.

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O Emprego Sa√ļde traz o testemunho de tr√™s enfermeiras portuguesas ¬†a trabalhar na regi√£o Flamenga da B√©lgica¬†assessorada¬†pela¬†Moving People¬†neste percurso de mobilidade profissional.¬†Sara Alexandre a trabalhar desde Janeiro deste ano na zona de Borsbeek . √āngela Fernandes e F√°tima Neiva num Lar em Moerbeke¬†desde Dezembro de 2012.

Bélgica Flamenga

Sara Alexandre

Eu chamo-me Sara, tenho 23 anos e licenciei-me em enfermagem em Setembro de 2011. Uma vez que estava dif√≠cil encontrar trabalho, resolvi apostar no estrangeiro. Vi uma boa proposta de uma empresa para ir trabalhar para a Holanda, e decidi arriscar. As coisas n√£o correram muito bem… a empresa n√£o era de confian√ßa. Felizmente eu e os restantes colegas conseguimos sair a tempo. Resolvi ent√£o procurar uma empresa de confian√ßa. Uma vez que a¬† Moving People era uma das empresas citadas no F√≥rum como de confian√ßa e com experi√™ncia, arrisquei mais uma vez e desta vez deu certo.

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Este testemunho foi¬†seleccionado¬†do artigo original do Forumenfermagem.org de 2011¬†e agora republicado no Emprego Sa√ļde.

Por Ism√°lia de Sousa

Londres (2011)

Est√°vamos em Setembro de 2009. Depois de tr√™s meses de f√©rias, a segunda ‚Äúcorrida √†s capelinhas‚ÄĚ (sendo que a primeira √© aquela no dia que se segue √† inscri√ß√£o na Ordem dos Enfermeiros). Naquela altura j√° mais nada restava a fazer sen√£o esperar, esperar que as mil e uma ‚Äúfichinhas‚ÄĚ preenchidas dessem fruto ou, ent√£o, que aquele algu√©m que conhecemos num determinado hospital fizesse o ‚Äújeitinho‚ÄĚ. A ‚Äúcunha‚ÄĚ sempre foi a maior ag√™ncia de recrutamento nacional e o momento j√° era de crise!

Durante as f√©rias enviei o curr√≠culo para uma ag√™ncia com sede na Finl√Ęndia que estava a recrutar enfermeiros para trabalhar em alguns hospitais de Londres. Duas entrevistas por telefone e, depois de uma promessa telef√≥nica de poss√≠vel emprego, a empresa, curiosamente, nunca mais disse nada! A uma outra ag√™ncia em Lisboa que estava a recrutar enfermeiros portugueses para o Reino Unido, enviei o curr√≠culo em ingl√™s e fui √† entrevista. Fui seleccionada pela empresa, mas tudo ficou em √°guas de bacalhau. At√© ao dia de hoje podia continuar √† espera‚Ķ

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Por Ricardo Barbosa, Brisbane

Indo de encontro √†s quest√Ķes de muitos que n√£o encontram resposta em Portugal para aquilo¬†que tanto trabalharam nos anos do curso de enfermagem, e pensam agora em outras possibilidades, tais como sair de Portugal, espero poder satisfazer a vossa curiosidade e de algumaforma poder ajudar a que tomem a melhor decis√£o poss√≠vel para o vosso futuro.

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Numa altura em que o desemprego atinge n√≠veis hist√≥ricos em Portugal e que a emigra√ß√£o parece ter regressado aos valores registados em meados do s√©culo passado, muitos s√£o os enfermeiros que tentam a sorte al√©m-fronteiras. A Enf.¬į Ana Isabel Lopes e o Enf¬į Diogo Bai√£o s√£o disso exemplo, ao optarem por trabalhar num lar alem√£o.

A l√≠ngua come√ßa por ser o maior obst√°culo, mas acabou por se tornar numa enorme mais-valia. Sendo o ¬ęmotor econ√≥mico¬Ľ da Europa, a Alemanha tem demonstrado uma consider√°vel resist√™ncia a crise e por isso continua a ser um importante polo de atrac√£o laboral. Alem disso, os pa√≠ses de influ√™ncia germ√Ęnica transformam-se, tamb√©m eles, em destinos potenciais.

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entrevista

Quem está a procura de trabalho fantasia de antemão o que acontece quando se vai para uma entrevista de emprego: sair de casa bem vestido e com um discurso ensaiado, chegar à empresa a horas, esperar longos minutos ate que alguém da área de Recursos Humanos o traga para uma sala onde lhe perguntarão tudo o que acharem relevante para o contratarem.

 Uma entrevista de emprego é a fase final do processo de recrutamento que lhe pode dar a chave para entrar numa empresa como colaborador e que, talvez por isso, é encarada como um obstáculo quase intransponível por muitos. Contudo, não é preciso ficar com suores frios depois de receber a tão ansiada chamada: uma boa preparação é essencial para que tudo corra o melhor possível.

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Rede Social e marca pessoal

Como qualquer marca de um produto ou servi√ßo, a marca de cada um de nos tem atributos, como sejam a personalidade, interesses, profiss√£o, capacidades e compet√™ncias, aspeto, comportamento, etc. Construir uma marca, normalmente, demora tempo e requer investimento. Para ser eficaz, uma marca, para al√©m de ter de ser atrativa para o seu mercado alvo, tem de ser diferente das outras, para poder facilmente ser escolhida no universo concorrencial em que se insere. Mas, para al√©m das caracter√≠sticas espec√≠ficas que cada marca tem e que supostamente, se estivermos a falar de uma pessoa, s√£o √ļnicas, h√° um aspeto fundamental que deve ser levado em linha de conta: a consist√™ncia.

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Ana Rodrigues, enfermeira

 

8 meses depois…‚Ä®‚Ä®Ando h√° meses para escrever sobre esta experi√™ncia… Trabalhar e viver na Ar√°bia Saudita…!

Parece tema de conversa para horas e horas, e dias, mas na realidade n√£o √© para tanto!‚Ä®‚Ä®Falaram-me do choque cultural, e das diferen√ßas que ia encontrar na vida social; e claro que √© diferente, mas honestamente esperava mais restri√ß√Ķes, mais sacrif√≠cios, mais dificuldades… E n√£o!‚Ä®‚Ä®Em “casa”…

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