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Alberto Correia, com mais de 30 anos de experiência no sistema de enfermagem alemão, desempenha função de Responsável de Enfermagem no Hospital Albertinen em Hamburgo. Decidimos dar a conhecer a sua experiência pessoal, com ênfase na carreira profissional e a perspetiva atual para os Enfermeiros que estão a pensar trabalhar na Alemanha.

 

Emprego Sa√ļde: Qual foi o seu percurso at√© chegar a um cargo de coordena√ß√£o num hospital alem√£o?

Alberto Correia: Foi realmente um percurso interessante que come√ßou num pequeno hospital aqui em Hamburgo. Desde in√≠cio que me dediquei √† √°rea cl√≠nica dos cuidados intensivos e fui fazendo v√°rias forma√ß√Ķes e cursos ao longo dos anos. Passei tamb√©m por um servi√ßo em Duisburg, onde faziam cerca de 3000 interven√ß√Ķes cardio-cir√ļrgicas por ano. Essa foi sem d√ļvida uma experi√™ncia muito gratificante j√° que esta √© a minha √°rea de interesse. Atualmente no Albertinen, sou respons√°vel por uma equipa de enfermagem constitu√≠da por 700 enfermeiros, dos quais 30 s√£o de nacionalidade portuguesa.

 

Emprego Sa√ļde: Como v√™ o futuro da enfermagem na Alemanha?

Alberto Correia: Existe atualmente uma falta de enfermeiros na Alemanha. O sistema de enfermagem alemão não é centralizado, o que significa que cada hospital rege-se pelas suas próprias regras no recrutamento de enfermeiros. A grande maioria dos hospitais, incluindo o Albertinen, está interessada em pessoal de enfermagem qualificado. Assim sendo, os enfermeiros oriundos do sul da Europa como Portugal, são candidatos bastante apreciados.

 

Emprego Sa√ļde: Gostaria de deixar um conselho aos enfermeiros interessados em trabalhar na Alemanha?

Alberto Correia: Coragem! Sair de casa √© um passo fundamental para o nosso desenvolvimento pessoal. Aqui na Alemanha, os jovens est√£o habituados a sair de casa dos pais mais cedo do que em Portugal, o que favorece √† sua independ√™ncia. Vir trabalhar para um hospital alem√£o √© mais do que conhecer um outro sistema de enfermagem. √Č tamb√©m uma oportunidade para conhecer uma nova cultura e aprender a l√≠ngua alem√£ numa cidade atrativa como Hamburgo. Aqui existem igualmente excelentes condi√ß√Ķes para criar um futuro tanto a n√≠vel profissional como pessoal.

 

SESS√ēES DE ESCLARECIMENTO e RECRUTAMENTO
Brevemente o Enfermeiro Alberto estar√° em PORTUGAL, conjuntamente com a Enfermeira Ana Serra (recrutada h√° 2 anos pela nossa equipa), em cidades como Porto, Braga, Viseu, Vila Real, Lisboa e Coimbra!

Iremos dissipar todas as d√ļvidas sobre a fun√ß√£o de Enfermeiro no Hospital Albertinen. Adicionalmente haver√° propostas de trabalho a serem apresentadas em todos os¬†ervi√ßos. Esta √© uma verdadeira oportunidade de evolu√ß√£o profissional!

Para estar presente na sessão de esclarecimento envie o seu currículo para nursing@amplia.pt e m.vargas@holalemania.de mencionando o nome da cidade onde gostaria de se reunir connosco!

Chamo-me Nelson Correia, enfermeiro e sou do Arquipélago dos Açores, Portugal.

O meu sonho desde crian√ßa era ser enfermeiro, mas devido a circunst√Ęncias pessoais, s√≥ consegui entrar na universidade em 2006, quando o programa de Bolonha come√ßou em Portugal. Fui um dos primeiros alunos a ingressar neste programa na Universidade dos A√ßores para Enfermagem, terminando a minha licenciatura em 2010. Depois de ser convidado como Assistente de Ensino para o curso de Enfermagem da Universidade de Cabo Verde, onde fiquei 3 anos e completei o meu Mestrado em Sa√ļde P√ļblica, voltei √† Ilha de San Miguel, nos A√ßores.

Viajar, trabalhar num serviço de emergência e conhecer o mundo eram todos os sonhos que eu tinha na época.

Tendo trabalhado na ilha no corpo de bombeiros, no pr√©-hospital e na sala de emerg√™ncia, vi um an√ļncio de uma ag√™ncia de recrutamento especializada no recrutamento de pessoal m√©dico para linhas de cruzeiros – a Pro Sea Staff. Enviei o meu curr√≠culo, em duas semanas tive uma entrevista e, em julho de 2016, ingressei no meu primeiro navio como enfermeiro.

Lembro-me de como estava, com medo, mas tamb√©m fiquei fascinado ao mesmo tempo. Comecei como enfermeiro, fazendo o que amo e viajando pelo mundo pelo meu trabalho. Ap√≥s 2 anos a bordo, fui promovido como “Senior Nurse”.

Esta é uma oportunidade disponível para todos os enfermeiros que gostem de trabalhar e viajar simultaneamente. Obviamente, é necessário ter experiência em Emergência e falar inglês com fluência. A equipe da agência Pro Sea Staff ajudou-me nesta aventura incrível e em todo o processo de recrutamento, para que eu pudesse obter o melhor contrato com a melhor empresa.

Para quem seja ambicioso, goste de viajar e ter novos desafios, o mar será um parceiro incrível.

Nelson Correia, RN, MSc

Senior Nurse

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Depois de uma passagem pelo Reino Unido a In√™s Baptista decidiu rumar para a Australia. A in√™s fala da sua experi√™ncia de adapta√ß√£o, diferen√ßas culturais e ao n√≠vel profissional, nomeadamente do sistema de sa√ļde. Conta os seus projetos atuais e futuros, a sua experi√™ncia de trabalho como m√©dica no sistema prsional e de reinser√ß√£o social da Austr√°lia.

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O meu nome é Mara Alves, tenho 29 anos e nasci em Aarau, na Suíça, onde os meus pais viviam na altura e vivi lá também até aos 10 anos.
Terminei a minha Licenciatura em Enfermagem na CESPU em Julho de 2012.
Procurei apenas por alguns meses trabalho em Portugal, mas a situa√ß√£o do nosso pa√≠s nessa altura estava p√©ssima…. Fui a uma entrevista de trabalho onde me ofereceram 4 euros por hora – como √© √≥bvio n√£o aceitei! Tive de pensar numa alternativa para mim. E a√≠ surgiu a ideia de emigrar‚Ķ

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A Sílvia Nunes vive em Watton em Inglaterra, é enfermeira, e conta-nos a sua experiência neste país desde 2014. Saiu do país por falta de ofertas de emprego em Portugal.

Ela conta-nos como como passou de auxiliar em Inglaterra enquanto obtinha a valida√ß√£o do seu t√≠tulo profissional, a enfermeira, diretora de um lar e vice-gerente hoje em dia. Conta-nos como foi adaptar-se profissionalmente num sistema diferente do portugu√™s. Recentemente ganhou mais um pr√©mio a n√≠vel nacional, British Care Awards. Acredita que tomou “a decis√£o certa na altura certa”.¬† Em 2018 foi eleita figura do ano pelo P3 do jornal P√ļblico, facto que tamb√©m a enche de orgulho.¬†S√≥ tem pena de Portugal n√£o aproveitar os excelentes profissionais que forma.

Fala também da cidade de Watton, da comunidade portuguesa na cidade que a faz sentir em casa.

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A Sofia Gaspar vive em Copenhagen na Dinamarca, é médica anestesista, e conta-nos a sua experiência internacional.

Ela conta-nos as principais diferenças culturais e sociais. Conta-nos como foi adaptar-se profissionalmente a um sistema diferente do português. A oportunidade de realizar investigação na sua área. A sua experiência de maternidade na Dinamarca, como é viver numa cidade que de inverno tem poucas horas de sol e outros aspectos interessantes da vida de uma portuguesa na Dinamarca.

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A Sara Alves vive em Montreux, é enfermeira, e conta-nos a sua experiência internacional que começou em Tenerife, Canarias. Após um ano em Tenerife decidiu rumar para a Suiça tendo efetuado uma nova adaptação cultural e profissional. A Enf. Sara Alves faz o balanço destes anos a viver e trabalhar na Suiça.

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