Radius:

A quantidade de medicamentos utilizados em 2014 aumentou 1,5%, em comparação com 2013, estimando-se que tenham sido dispensados cerca de dois milhões de embalagens, informa o Infarmed através de notícia veiculada pela agência Lusa.

 

De acordo com comunicado de imprensa do Infarmed, ao qual a agência Lusa teve acesso, a comercialização de genéricos subiu “para uma quota de 46,3%” face a 2013. Segundo é referido no comunicado “a utilização destes medicamentos permitiu um potencial de poupança de 112 milhões de euros no período de janeiro-setembro, estimando-se que atinja os 150 milhões de euros até final do ano”.

 

No que diz respeito ao “esforço dos cidadãos” com os medicamentos, estima-se que os encargos tenham totalizado 696 milhões de euros, o que corresponde a menos sete milhões em relação a 2013.

 

Quanto a encargos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) no mercado ambulatório, incluindo subsistemas, estes rondarão os 1.160 milhões de euros em 2014, o que mantém a linha relativamente ao ano anterior.

 

No mercado hospitalar, a despesa prevista é de 969 milhões de euros, o que representa uma redução de 5,8 milhões de euros em relação a 2013.

 

O Infarmed faz ainda notar que, em 2014, foram aprovadas “22 substâncias ativas para utilização em meio hospitalar, representando um aumento de 215% face a 2013, e 22 substâncias ativas na área da comparticipação”. Além disso, esta entidade refere que “entre janeiro-setembro de 2014, a inovação já representava para o SNS um investimento de 142 milhões de euros, valor acima dos 119 milhões de euros investidos pelo SNS em todo o ano de 2013.”

 

Finalmente, quanto à “ação inspetiva” o Infarmed regista 1.358 inspeções a farmácias, distribuidores de medicamentos, fabricantes de medicamentos, entidades do circuito dos produtos cosméticos, entre outros, das quais resultaram 91 processos de contraordenação e 11 participações à Polícia Judiciária.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Só com melhores condições de trabalho e melhor remuneração será possível atrair médicos para as urgências dos hospitais, defende a Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI).

 

Em comunicado de imprensa, ao qual a agência Lusa teve acesso, Maria da Luz Brandão, da SPMI, adverte que “se as condições de trabalho não forem melhoradas, especialmente no que diz respeito à remuneração, dificilmente conseguiremos atrair mais médicos para esta atividade assistencial que precisa, claramente, de mais e melhores profissionais”.

 

Segundo esta responsável da SPMI, citada pela agência Lusa, os médicos que trabalham nas urgências “têm que ser valorizados”, porque o trabalho é de grande pressão e exige destreza, sistematização de atitudes e deteção rápida de problemas graves. 

 

A SPMI considera ainda urgente a diminuição das restrições à contratação de profissionais de saúde, o que, na opinião desta entidade, leva a que alguns hospitais não consigam manter o número de clínicos necessário para o adequado funcionamento das urgências.

 

Depois das grandes dificuldades sentidas nas urgências do Hospital Fernando Fonseca (Amadora Sintra) no período de Natal, em que as esperas dos doentes para atendimento chegaram às 20 horas, o hospital foi autorizado a contratar sete profissionais em contrato inpidual de trabalho e dez médicos em regime de prestação de serviços.

 

Recentemente, o Ministro da Saúde, Paulo Macedo, no âmbito da inauguração do novo centro de formação da SPMI, enalteceu o papel dos médicos de medicina interna no Sistema Nacional de Saúde, considerando que esta é uma especialidade onde se deve fazer “uma aposta clara” em vagas e em formação.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Dez novas ambul√Ęncias de socorro funcionam desde 29 de dezembro, em Mogadouro, Mondim de Basto, Resende, Vila Nova de Foz C√īa, Murtosa, Oliveira de Frades, Estarreja, Chamusca, Ferreira do Z√™zere e Vila Vi√ßosa, numa parceria entre o Instituto Nacional de Emerg√™ncia M√©dica – INEM e as corpora√ß√Ķes de bombeiros locais, refor√ßando, assim, a assist√™ncia √†s situa√ß√Ķes de emerg√™ncia m√©dica pr√©-hospitalar nestas regi√Ķes.

Estas ambul√Ęncias de socorro do INEM v√£o funcionar nas corpora√ß√Ķes de bombeiros parceiras do INEM, atrav√©s da cria√ß√£o de Postos de Emerg√™ncia M√©dica (PEM), aos quais foram disponibilizados ambul√Ęncias, equipamento e forma√ß√£o.

O INEM, para al√©m de fornecer a ambul√Ęncia de socorro e o respetivo equipamento, e de garantir a manuten√ß√£o da viatura, paga um quantitativo por cada servi√ßo prestado pelas corpora√ß√Ķes de bombeiros que disp√Ķem de um PEM. De igual modo, o INEM procede √† atribui√ß√£o de um subs√≠dio trimestral fixo, destinado a comparticipar as despesas das corpora√ß√Ķes de bombeiros.

As ambul√Ęncias de socorro do INEM t√™m como objetivo principal a estabiliza√ß√£o de doentes que necessitem de assist√™ncia pr√©-hospitalar durante o transporte para uma unidade de sa√ļde. Atualmente, o INEM tem 265 ambul√Ęncias sediadas em Postos de Emerg√™ncia M√©dica, 89 na zona norte, 71 no centro e 105 no sul do pa√≠s.

O Dia Mundial do Braille celebra-se a4 de janeiro, dia do nascimento de Loius Braille, o criador do sistema de leitura e escrita Braille que permite através do toque ajudar as pessoas invisuais, no acesso ao conhecimento e no aumento da sua inclusão na sociedade e no exercício da sua cidadania.

Louis Braille ficou cego aos 3 anos de idade e aos 20 anos publicou o seu m√©todo exclusivo de comunica√ß√£o que hoje tem o seu nome. √Č usado como forma oficial de escrita e de leitura das pessoas cegas. Excepto algumas pequenas melhorias, o sistema permanece basicamente o mesmo at√© hoje.

O Sistema Braille √© composto por 63 sinais, gravados em papel em relevo. Estes sinais s√£o combinados em duas filas verticais e justapostas. √Č lido da esquerda para a direita, com uma ou ambas as m√£os.

Com a entrada em vigor de legisla√ß√£o que torna obrigat√≥ria a disponibiliza√ß√£o de Desfibrilhadores Autom√°ticos Externos (DAE) em diversos locais p√ļblicos, Portugal tem atualmente 1.006 equipamentos licenciados pelo Instituto Nacional de Emerg√™ncia M√©dica (INEM).

Aeroportos, centros comerciais, hipermercados, bancos, aeronaves, casinos e unidades hoteleiras s√£o alguns dos locais onde podem encontrar-se desfibrilhadores.

Desde 2009, o INEM é responsável pela licença, instalação e utilização de equipamentos de DAE em:

  • Ambul√Ęncias de socorro ou transporte tripuladas por operacionais n√£o pertencentes ao INEM;
  • Em locais de acesso ao p√ļblico.

O INEM tem promovido a ades√£o de empresas e institui√ß√Ķes ao Programa Nacional de Desfibrilha√ß√£o Autom√°tica Externa.

Em 2012, a nova legisla√ß√£o veio refor√ßar que a utiliza√ß√£o de DAE por pessoal n√£o m√©dico em ambiente extra-hospitalar aumenta significativamente a probabilidade de sobreviv√™ncia das v√≠timas de paragem cardiorrespirat√≥ria de origem card√≠aca, tornando obrigat√≥ria, desde setembro de 2014, a instala√ß√£o destes equipamentos em estabelecimentos comerciais de dimens√£o relevante, aeroportos e portos comerciais, esta√ß√Ķes ferrovi√°rias, de metro e de camionagem, recintos desportivos e de lazer com lota√ß√£o superior a 5 mil pessoas.

Fora do √Ęmbito dos Programas de DAE licenciados, circulam em Portugal 616 ve√≠culos equipados com este equipamento. Tratam-se de viaturas pr√≥prias do INEM (149) e ambul√Ęncias disponibilizadas e operadas por corpora√ß√Ķes de bombeiros e n√ļcleos da Cruz Vermelha Portuguesa (467), inclu√≠das no Programa de DAE do INEM.

O DAE √© um dispositivo port√°til que permite, atrav√©s de el√©trodos adesivos colocados no t√≥rax da v√≠tima em paragem cardiorrespirat√≥ria, analisar o ritmo card√≠aco e recomendar ou n√£o a administra√ß√£o de um choque el√©trico. Este equipamento analisa o ritmo do cora√ß√£o, fornece indica√ß√Ķes aos reanimadores, analisa os dados e indica – ou n√£o – a administra√ß√£o de um choque segundo um algoritmo pr√©-definido.

Um novo estudo indica que o encorajamento do sistema nervoso para a regeneração de ligações danificadas entre neurónios poderá fomentar a recuperação de memórias perdidas nos humanos.

 

Considera-se, de forma geral, que as memórias de longo termo são armazenadas nas estruturas que permitem o envio de sinais elétricos ou químicos entre os neurónios, denominadas de sinapse. No entanto, a equipa que conduziu este estudo contrapõe uma alternativa a esta teoria.

 

Para o estudo, a equipa de investigadores da Universidade da Califórnia – Los Angeles, nos EUA, liderada por David Glanzman, estudou as aplísias, que são moluscos marinhos com funções celulares e moleculares semelhantes à dos humanos. Ao desencadear a recuperação de ligações sinápticas que tinham sido destruídas anteriormente, a equipa conseguiu recuperar memórias perdidas naqueles moluscos.

 

Para tal, os investigadores aplicaram leves choques elétricos às caudas das aplísias e “treinaram-nas” para se recordarem do sucedido. O sistema de defesa das aplísias aos choques elétricos consiste no descarregamento de serotonina no seu sistema nervoso central, encorajando o crescimento das ligações sinápticas implicadas na memória de longo termo, de forma a proteger as suas guelras. 

 

Esta resposta defensiva dura alguns dias, o que representa, segundo a equipa, a memória de longo termos dos moluscos.

 

À medida que as memórias de longo termo são criadas, o cérebro produz novas proteínas que desempenham um papel relevante na criação de novas sinapses. Mas se esse processo for interrompido, por impacto, por exemplo, pode não se dar a síntese das proteínas, o que impossibilita a formação de memórias de longo termo. 

 

A equipa pôs esta teoria em prática numa placa de Petri. Ao colocarem serotonina verificaram o desenvolvimento de ligações sinápticas entre os neurónios sensoriais e motores. Contudo, ao adicionarem um inibidor de síntese da proteína imediatamente após a serotonina, deu-se a paragem do crescimento de novas ligações sinápticas, impossibilitando a formação de memórias de longo termo.

 

“Por outras palavras, assim que as memórias são formadas, se se interromper temporariamente a síntese da proteína, isso não afeta a memória de longo termo. Isso verifica-se na aplísia e nos humanos”, explica o autor principal do estudo.

 

Segundo David Glanzman, os resultados do estudo sugerem que a memória não se encontra nas sinapses, mas sim noutro local. “Pensamos ser no núcleo dos neurónios. No entanto, não provámos isso”, continua.

 

Este estudo poderá levar ao desenvolvimento de novos tratamentos para os estádios iniciais da doença de Alzheimer, já que as memórias de longo termo poderão estar armazenadas no núcleo dos neurónios e não nas sinapses, as quais são normalmente afetadas em quem sofre da doença.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A. 

Investigadores do Reino Unido revelam ter descoberto 12 novas causas genéticas para doenças de desenvolvimento raras, no âmbito de um vasto projeto de investigação que pretende sequenciar 100 mil genomas.

 

O projeto “Deciphering Developmental Disorders” (Decifrar Doenças de Desenvolvimento) ou DDD, que teve início em 2010, resulta da colaboração entre o sistema público de saúde britânico – National Health Service ou NHS – e o Instituto Wellcome Trust Sanger para analisar informação clínica de 12 mil famílias do Reino Unido e República da Irlanda com o intuito de identificar os genes responsáveis por doenças de desenvolvimento raras que não são facilmente diagnosticadas através de métodos tradicionais. De acordo com os responsáveis, trata-se do maior programa do género a nível mundial.

 

A informação clínica dos pacientes com este tipo de doenças é reunida numa base de dados, juntamente com variantes genéticas do genoma de cada paciente. Se os pacientes com sintomas semelhantes também apresentarem variantes genéticas em comum, isto poderá ser útil na deteção de mutações no genoma responsáveis pela doença.

 

Até ao momento foram analisadas dez por cento das famílias que irão participar no estudo e a descoberta de 12 novas causas genéticas de doenças de desenvolvimento aumentou em 10% a proporção de pacientes diagnosticáveis.

 

O projeto DDD tem demonstrado ainda a importância da informação genética dos pais, a maioria dos quais não possui qualquer tipo de doença de desenvolvimento, para ajudar a filtrar as variantes herdadas benignas e descobrir a causa da doença dos filhos.

 

De acordo com John Burn, professor de Genética Clínica na Universidade de Newcastle, “o projeto DDD tem demonstrado como a combinação da sequenciação genética com estratégias mais tradicionais de estudo de pacientes com sintomas muito semelhantes pode permitir descobertas genéticas de grande escala.”

 

Visto que, por vezes, os dados isolados de alguns pacientes não são suficientes para permitir um diagnóstico, de forma a identificar pacientes semelhantes em todo o mundo, o DDD partilha dados clínicos e genéticos limitados e anonimizados acerca destes casos através da base de dados DECIPHER. Desta forma, os investigadores esperam que este projeto venha a encorajar outros programas semelhantes noutras partes do mundo a colocar informação nesta base de dados para que seja possível identificar mais causas genéticas deste tipo de doenças e melhorar o diagnóstico das mesmas internacionalmente.

 

O diagnóstico deste tipo de doenças permitirá, entre outros benefícios, estabelecer as bases para o desenvolvimento de tratamentos, prestar melhor apoio aos pacientes, gerir melhor a doença e tomar decisões mais informadas.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

Investigadores norte-americanos pulgaram os resultados de um estudo que revelou que quanto maior era o consumo de fast-food por crianças no quinto ano de escolaridade piores eram os resultados em matemática, ciências e leitura no oitavo ano.

 

Estudos anteriores haviam já associado o consumo de fast-food durante a infância a obesidade e outros problemas de saúde anos mais tarde. Contudo, este estudo demonstra que os efeitos nocivos deste tipo de alimentos vão além da saúde física.

 

Uma equipa de cientistas liderada por Katy Purtell, da Universidade Estadual do Ohio, nos EUA, analisou os dados de 11.740 crianças que frequentavam o jardim-de-infância no ano letivo de 1989-1990 e participaram no “Early Childhood Longitudinal Study – Kindergarten Cohort” (Estudo Longitudinal na Infância – Coorte do Jardim de Infância). No decurso deste estudo, as crianças realizaram um inquérito sobre os seus hábitos alimentares quando frequentavam o quinto ano de escolaridade. 

 

As respostas ao questionário revelaram que cerca de 10% das crianças consumiram fast-food todos os dias, 10% consumiram fast-food quatro a seis vezes e os restantes entre uma a três vezes na semana anterior ao questionário.

 

Tanto no quinto ano de escolaridade como no oitavo, as crianças realizaram uma série de testes de leitura, matemática e ciências. Os resultados dos exames no oitavo ano revelaram que as crianças que consumiam fast-food com maior frequência (todos os dias ou entre quatro a seis vezes por semana) apresentavam notas 20% inferiores nas três áreas analisadas em comparação com aquelas que não consumiam fast-food. As que consumiam fast-food entre uma a três vezes por semana apenas apresentavam resultados inferiores em matemática, quando comparadas com as que não consumiam fast-food. Os resultados mantiveram-se mesmo depois de terem sido tomados em consideração outros fatores que pudessem ter impacto nos resultados, tais como exercício físico, tempo em frente à televisão, nível socioeconómico da família e condições da escola e da localização geográfica.

 

Apesar de o estudo não ter apontado por que razão o consumo de fast-food parece afetar os resultados académicos, os investigadores apontam para a possibilidade de este tipo de alimentação ser carente em nutrientes associados ao desenvolvimento cognitivo, tais como o ferro. Além disso, outros estudos apresentaram já uma relação entre uma dieta rica em gorduras e açúcar e problemas de memória e aprendizagem.

 

Apesar dos resultados, Purtell refere que isto não quer dizer que os pais não possam oferecer fast-food aos seus filhos, mas sim que o consumo deste tipo de alimentos deve ser restringido ao máximo.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A. 

Mais de 80% dos hospitais portugueses cumprem critérios de qualidade de excelência clínica, avançou a agência Lusa.

 

Uma avaliação efetuada a 163 hospitais pertencentes aos setores público, privado e social, levada a cabo pela Entidade Reguladora de Saúde (ERS), permitiu concluir que que a grande maioria cumpria os critérios de qualidade de acordo com o Sistema Nacional de Avaliação em Saúde (SINAS) recentemente pulgado.

 

As unidades hospitalares submetem-se voluntariamente à avaliação. 130 das 163 unidades em questão obtiveram resultados na dimensão da excelência clínica, havendo 17 que declinaram a avaliação.

 

Dos 130 hospitais efetivamente avaliados em termos de excelência clínica, 82% demonstrou cumprir os critérios de qualidade exigidos, tendo obtido a “estrela” do primeiro nível de avaliação. Apenas sete prestadores não obtiveram a “estrela”.

 

Relativamente à dimensão de excelência clínica, segundo a ERS, aumentaram as unidades que obtiveram o nível máximo de qualidade nas áreas de ortopedia, cirurgia de ambulatório e ginecologia, em comparação com a avaliação anterior, a qual foi efetuada em junho deste ano.

 

Contudo, menos de metade das unidades apresentou o nível de qualidade III (superior) nestas áreas: 46% na ortopedia, 44% na cirurgia de ambulatório e 27% na ginecologia.

 

A dimensão da segurança do doente foi também objeto de avaliação pela ERS. De um total de 162 hospitais, 76% demonstrou cumprir os critérios de qualidade exigidos, tendo conseguido a “estrela” do primeiro nível de avaliação.

 

Comparando com a avaliação realizada no ano passado, a ERS constata um aumento do número de prestadores que se submeteram à avaliação, bem como um aumento do número dos que atingiram o primeiro nível de avaliação nos seguintes critérios: segurança do doente (mais 9%); adequação e conforto das instalações (mais 22%); focalização no utente (mais 31%) e satisfação do utente (mais 24%).

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

A Direção Geral de Saúde (DGS) emitiu uma recomendação de cuidados especiais a adotar devido ao tempo frio que se tem vindo a sentir em Portugal, anunciou a agência Lusa.

 

Na sua página oficial da internet, a DGS recomenda que os equipamentos de aquecimento sejam verificados antes de serem utilizados, que não sejam usados aquecimentos de exterior (esplanadas) em espaços interiores e que, antes de as pessoas se deitarem ou saírem de casa, verifiquem se os aparelhos estão desligados de forma a evitar fogos ou intoxicações.

 

A quem utiliza lareiras, salamandras, braseiras ou equipamentos de aquecimento a gás, é aconselhado que se mantenham as pisões devidamente ventiladas de forma a evitar a acumulação de gases nocivos à saúde. 

 

Recomenda-se um especial cuidado com as crianças e idosos quando perto daqueles equipamentos para que se protejam contra queimaduras.

 

No mesmo documento é dado especial destaque às pessoas mais vulneráveis ao frio, a saber, crianças, idosos, sem-abrigo, doentes crónicos, principalmente com problemas respiratórios e cardiovasculares e pessoas que habitem num local com mau isolamento térmico.

 

A população é aconselhada a proteger-se contra o frio através de vestuário adequado à temperatura ambiente, o uso de várias camadas de roupa, a proteção das extremidades com o uso de gorro, luvas, cachecol e meias quentes, e a preferência por bebidas e alimentos quentes.

 

As temperaturas deverão manter-se baixas em Portugal Continental durante os próximos dias.

 

ALERT Life Sciences Computing, S.A.